ALICANTE - A capital da Costa Blanca - Espanha - parte 1/2


Exigências para entrar na Europa
Desde 12 de outubro de 2025, os 29 países que compõem o Espaço Schengen, incluindo destinos turísticos muito procurados por brasileiros, como França, Alemanha, Espanha, Portugal e Itália, deixarão de carimbar Passaportes de viajantes isentos de visto, como é o caso do Brasil. A mudança marcará o início da operação do Sistema de Entrada e Saída (EES), que passará a registrar digitalmente as entradas e saídas de estrangeiros por meio de biometria, com coleta de foto facial e impressões digitais. Na primeira viagem à Europa após a implantação, o visitante precisará realizar o cadastro biométrico no Posto de Imigração. Já nas viagens seguintes, o processo será mais rápido, uma vez que os dados ficarão armazenados no sistema.
O objetivo, segundo as autoridades europeias, será reforçar a segurança e controlar o tempo de permanência, que para brasileiros continua limitado a 90 dias sem visto. Além do EES, a Europa se prepara para adotar outra mudança importante. A partir de 2026, entrará em vigor a autorização de viagem ETIAS, que deverá ser solicitada online antes do embarque. O procedimento terá custo de 7 Euros e será obrigatório mesmo para viajantes que não precisam de visto.
O ETIAS (European Travel Information and Authorisation System — Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem) será uma autorização eletrônica obrigatória para viajantes isentos de visto, que desejam entrar em países do Espaço Schengen. Ele não será um Visto, mas uma pré autorização de viagem, semelhante ao sistema ESTA, usado pelos Estados Unidos. O objetivo será reforçar a segurança e identificar possíveis riscos antes do embarque, permitindo que as autoridades europeias façam uma triagem prévia dos visitantes. A pergunta agora será: o que eles irão fazer com os milhares de muçulmanos que IMVADIRAM a Europa com a complacência das autoridades ?
Um pouco de sua história
Os registros afirmavam que as terras de Alicante foram habitadas há mais de 7.000 anos. Por volta do ano 5.000 a.C., aqui chegaram as primeiras tribos vindas da Europa Central. Algumas se estabeleceram nas encostas do Monte Benacantil, onde está o Castelo de Santa Bárbara. Esta montanha situava-se perto do mar e proporcionava um elevado nível de segurança, devido a sua altura. Segundo historiadores, os Iberos estabeleceram-se no seu topo e fortificaram-no. Alguns grupos de pessoas se estabeleceram na zona de Benalua onde, mais tarde, os romanos criaram a cidade de Lucentum, a antecessora de Alicante. Alguns vestígios de outros aglomerados humanos foram encontrados em Albufereta e na Serra Grossa.
Por volta do ano 1000 a.C., os gregos e os fenícios começaram a visitar a costa oriental de Espanha, estreitando relações comerciais com os autóctones, desempenhando importante papel na divulgação do ferro, do alfabeto e da cerâmica. Cerca de 600 a.C., os Exércitos de Cartago e de Roma começaram a invadir a península e a lutar pelo seu domínio. O General cartaginês Amílcar ( pai do lendário Aníbal ) fundara a Fortaleza de Akra Leuke, no local onde hoje se situava a moderna Alicante. Os cartagineses conquistaram muitas das terras à volta de Alicante, mas no final, acabaram por perdê-las para o poderoso Exército romano, que reinaram aqui por mais de 700 anos. Por volta de 500 d.C., Roma estava em declínio e Alicante passara para o domínio dos Godos.
A atual cidade acabara por ser construída pelos Mouros, que aqui reinaram até 1100. Em 1246, Afonso X conquistara a cidade para o Reino de Castela. Em 1308, Jaime II incorporara Alicante no Reino de Valência. A cidade acabara por ganhar o seu Foral no reinado de Fernando V - o Católico, em 1490. Cem anos depois, tornara-se um porto natural de Castela e desenvolvera o comércio marítimo. Devido a paz e a prosperidade granjeadas, a cidade florescera e se transformara no terceiro maior porto de Espanha, de onde partiam vinhos, laranjas e azeite.
Ao exemplo de outras cidades portuárias, Alicante sofrera muitas tentativas de invasão, todas vindas pelo mar. Durante o reinado de Carlos II, em 1691, a Armada francesa atacara Alicante durante sete dias consecutivos. Mais tarde, naquela que ficara conhecida como a Guerra da Sucessão Espanhola (1701/14), a cidade ficara do lado dos Bourbons e fora por ser atacada pelo Exército inglês, que acabaram por destruir o Castelo de Santa Bárbara. Durante a Guerra da Independência (também conhecida por Guerra Peninsular), entre 1804/-14, tornara-se a capital do Reino de Valência, tomada que fora pelo Major-general Suchet. Somente a partir do século XIX, a cidade conseguira novamente expandir-se e a prosperar. Com a chegada da ferrovia, em 1858, começava a interligação às outras grandes cidades do centro da península. E assim a cidade ganhara uma faceta cosmopolita, tornando-se num importante Porto comercial.
A história recente
A Revolução Espanhola começara no primeiro quarto do século XX. O Rei Afonso XIII fora forçado a abdicar e a República Espanhola fora declarada, em 1931. Os anos seguintes, até à Segunda Guerra Mundial, viram a Espanha mergulhar em clima de Guerra Civil, entre comunistas e socialistas e conservadores e liberais, até à chegada do General Franco ao poder. Alicante fora uma das últimas cidades a continuar leal ao Governo legítimo, pelo que os 20 anos seguintes não lhe ajudaram a prosperar sob a ditadura vigente. Após a morte de Franco, em 1975, tomava posse o Rei Juan Carlos I, que levara Espanha à democracia. Atualmente, a Província de Alicante era a segunda maior região da Comunidade Autônoma Valenciana. O seu porto fora recuperado após o declínio industrial dos anos 80 e tornara-se uma significativa porta de entrada para o comércio europeu.
A Zona Central
Caminhando pela cidade, chegava-se ao ponto que separava a parte velha da parte nova. Aqui estava o prédio de uma das mais tradicionais sorveterias da Espanha, a Borgonesse, que ocupava o local conhecido como a Casa dos Ascensor. Rezava a estória que o proprietário morrera no elevador, que fora o primeiro de Alicante. Do outro lado da rua havia um belo jardim, com um antigo Quiosque no centro, transformado no Café Soho Parc, que ficava na Plaza de Elche. Se estiver à procura de onde comer, estará bem perto de uma das mais gastronômicas ruas da cidade. Prossiga pela Calle de San Francisco, onde tinha vários restaurantes e casas de tapas, até chegar à área dos cogumelos, uma rua cheia de cogumelos para as crianças e vários jogos infantis pintados sobre o solo.
Ayuntamiento -
Era uma obra arquitetônica civil barroca do século XVIII, e onde se encontrava uma Dama de Elche, uma réplica da original que existia no Museu Arqueológico de Madrid. Ao lado do Ayuntamiento havia um moderno prédio onde se podia visitar ruínas arqueológicas do que fora a cidade medieval de Alicante, sob o nome de Alicante, la ciudad descubierta. Na entrada, ao lado das colunas salomônicas da porta de entrada, havia uma homenagem a Cervantes, relativa ao terceiro centenário da publicação de Dom Quixote de la Mancha. Abria de segunda a sexta-feira das 9.00 às 14.00h.
Basílica de Santa Maria - Plaza Sta. María, 1 -
Era a igreja mais antiga da cidade, erguida sobre uma antiga Mesquita. Fora construída no século XIII, em estilo gótico. Após um incêndio sofrido no século XV teve de ser reconstruída. Destacava-se o portal com uma imagem da Virgem, realizada pelo escultor Juan Bautista Borja. No interior destacava-se o altar maior rococó e as capelas do batismo, da Imaculada e da Comunhão. Na Sala Capitular, encontrava-se uma enorme Pia Batismal, em mármore de Carrara.
Cabo de Las Huertas
Era um refúgio tranquilo e um pouco mais afastado das áreas centrais da cidade. Era o típico lugar para o viajante que amava explorar e se surpreender com mostras naturais diversificadas. Era uma boa ideia para caminhar pela praia, cercada por pedras ou até para aproveitar e dar um mergulho.
Castelo de Santa Bárbara - Monte Benacantil -
Era o principal ponto turístico e, da parte alta, era possível contemplar um belo visual da área urbana da cidade e de seu litoral. Era uma das fortalezas medievais mais importantes do planeta, que ainda permanecia intacta. Era provável que a construção tenha sido erguida durante o domínio muçulmano, no século IX. O Castelo era uma das maiores fortalezas medievais de Espanha, e um dos monumentos mais visitados do país. Com seus 166 metros de altura, no topo do Monte Benacantil, era uma edificação monumental e apresentava três recintos de três alturas diferentes, do século XIV ao século XVIII.
Catedral de San Nicolás de Bari -
Localizada no centro histórico junto a Plaza del Abade Penalva, era datada do século XVIII, e um verdadeiro presente para quem gosta de arquitetura. A igreja fora construída no século 17 e era um dos símbolos do barroco espanhol. No interior do templo, observe com atenção a cúpula azul, com 45 metros de altura, todo o esplendor dos mármores e os demais adornos de um local que, mesmo passando por restaurações, ainda mantinha vivas suas características autênticas.
Centro Histórico
Passear pelo centro histórico era a melhor maneira de estabelecer contato com o passado dessa região do Mediterrâneo. Além das casinhas coloridas, museus e o Castelo de Santa Bárbara, as ruas contavam com bons restaurantes que ofereciam as melhores opções da gastronomia. Comece pela Praça del Ayuntamiento, com salas requintadas e que serviram de cenário para o desdobramento da história da cidade, e uma diferenciada escultura produzida por Salvador Dali, em 1973.
Festa da Virgen del Carmen -
A procissão marítima em homenagem à Virgen del Carmen, padroeira dos marinheiros, acontecia no dia 16 de Julho. Depois de passar pelas vias de El Campello, pelas mãos de vários romeiros, a imagem seguia um percurso pelo mar em meio a festejos e reverências religiosas. Na praia de Carrer la Mar, um show pirotécnico animava os milhares de devotos da santa e entusiastas dessa tradição cultural que também contava com apresentações musicais e danças.
Festa dos Mouros e Cristãos -
A tradicional Festa dos Mouros e Cristãos, realizada nos mês de abril, era um dos principais eventos culturais da Espanha e acontecia em Alcoy, província pertencente a Alicante. No evento, ocorria a encenação da histórica disputa entre muçulmanos e cristãos e a realização dos festejos ao longo do dia.
Fogueiras de San Juan -
Realizada no mês de junho, eram os festejos mais animados de Alicante. Na celebração dedicada ao fogo, carros alegóricos criativos com personagens satíricos, desfilavam pelas ruas ao som de muita música e animação. Tradicionalmente no dia 23 de junho, as pessoas faziam enormes fogueiras na praia para queimar papéis com dizeres negativos, com a intenção de espantar aquilo que pudesse atrair algum mal. No dia seguinte, as estruturas alegóricas eram queimadas depois da meia noite. Era uma festividade cristã diferente e imperdível!
Marina -
Era a sede do importante Volvo Ocean Race Museu, um lugar bonito, charmoso e que reunia a nata dos esportistas náuticos de toda a região costeira da Espanha. Tinha vários bons restaurantes, bares e movimentadas discotecas.
Mercado Central -
Era o mais tradicional espaço de compras da cidade. Nas mais de 200 barracas eram comercializados peixes, frutos do mar, carnes, frutas, verduras e as lembrancinhas que atraiam os turistas. Era um destino turístico perfeito para observar o autêntico cotidiano da cidade e os distintos aromas de uma região em que a culinária é tão apreciada. Ao lado, na Plaza 25 de Mayo está o Mercado das Flores. Nesta praça encontrava-se uma placa que falava de uma parte da história de Alicante: A 25 de maio de 1938, a cidade de Alicante sofrera um bombardeio da aviação italiana fascista, fazendo mais de 300 vítimas civis. Esta praça é dedicada à memória dos que sofreram ou foram mortos. O centro de Alicante era também procurado por Hollywood, tendo servido de cenário para alguns filmes que aqui fizeram algumas gravações, como Astérix e Obelix e O Conselheiro, que contara com um elenco de luxo, com Michael Fassbender, Penelope Cruz, Javier Bardem, Cameron Diaz e Brad Pitt.
Mosteiro da Santa Face - Calle Mayor, 2 -
Construído em estilo barroco, situava-se a 5 km do centro da vila, na Freguesia do mesmo nome. No seu interior estava guardada uma relíquia trazida do Vaticano no século XV que, segundo a tradição popular, era o manto com que Verônica usara para secar o rosto ensanguentado de Jesus Cristo, a caminho do Calvário. Ano após ano, na segunda quinta-feira após o Domingo da Ressurreição, centenas moradores vêm em peregrinação para realizar a chamada Peregrinação da Santa Face, que fazia desta a segunda peregrinação mais importante da Espanha, depois do Orvalho. No interior existia uma abóbada atrás do altar-mor onde era guardada a relíquia da Santa Face.
Parque La Marjal - Avinguda de les Nacions, 3540 -
O parque era um ambiente ideal para o visitante relaxar enquanto contemplasse a fauna e flora em belíssimos tons. Mesmo situado no centro da cidade, o espaço era ótimo para uma fuga do agito e tinha ampla área de lazer, espaço para piquenique, duas lagoas, e uma cachoeira de quatro metros de altura.
Rua Villavieja
Era bem estreitinha, sombreada e contornada por residências com charmosas sacadas; Era a rua mais famosa da cidade e também por fazer parte no Caminho de Santiago. Havia placas indicativas pelo caminho, caso ovisitante queira embarcar nessa experiência.
Sítio Arqueológico do Parque das Nações – bairro Albufereta –
A antiga vila romana do Parque das Nações, em Cabo da Huerta, fora recuperada graças a colaboração da Universidade e Câmara Municipal com o objetivo de transformar o local em um museu a céu aberto como a antiga cidade de Lucentum. O objetivo da primeira fase do projeto era estabelecer um diagnóstico completo das estruturas existentes na cidade velha, tanto as que foram escavadas como as que ainda não foram. Uma vez avaliado o estado atual do local, serão propostas ações futuras para que o público possa visitar as instalações e melhor conhecer o que o passado escondia por aqui.
Teatro Principal – Plaza de Ruperto Chapi -
Era um prédio de estilo neoclássico, inaugurado em 1857. Embora não fosse o teatro mais antigo da cidade, devido à sua localização e capacidade era a infraestrutura de artes cênicas, mais importante da cidade e da Província. O teatro passou por importantes modificações e reformas desde a inauguração, a última datada de 1991. Em 2022, ano em que completou 175 anos de existência, promovera a apresentação de mais de 20 peças e espetáculos.
As praias
A costa de Alicante conta com praias movimentadas, sendo distinguidas com Bandeira Azul da União Europeia.
- Playa de San Juan - era a praia mais conhecida, com seus 3 Km de areia dourada e fina;
– La Albufereta - situava-se no nordeste da cidade, entre a Serra Grossa e o local arqueológico de Tossal de Manises;
- La Almadraba e Cabo de Las Huertas - formavam um grupo de enseadas, em zona de penhasco, com águas cristalinas;
- Doggy Beach - ficava na praia de Aguamarga, no extremo norte de Urbanova, era uma praia adaptada para quem gosta-se de levar o seu perro;
– El Saladar-Urbanova - ficava ao sul da cidade na zona residencial Urbanova;
- San Juan e Saladar-Urbanova - na alta estação eram as praias mais acessíveis, com acompanhamentos aos banhos para pessoas com incapacidade física. As praias tinham inúmeras atividades náuticas como Jetboat, vela, kayak, surf, windsurf entre outras atividades;
- Praia del Postiguet - ficava logo em frente ao Castelo de Santa Bárbara. Ainda que seja muito movimentada, encantava pelas águas claras e excelente infra estrutura de bares, restaurantes e chuveiros públicos, o que deixava o visitante sempre mais a vontade e disposto a aproveitar o dia inteiro.
Onde dormir
A cidade tinha mais de 50 hotéis. Estes eram os sugeridos.
Hotel Cervantes - $$ - Calle Médico Pascual Pérez - 19 - Centro -
Oferecia acomodações mais simples,, a poucos passos da Praia de Postiguet. Os quartos tinham ar-condicionado, Wi-Fi, TV HD, um bom banheiro e a maioria incluía uma varanda privativa. O hotel dispunha de um Café bar, que servia comida típica e tapas. Oferecia café da manhã continental, almoço e lanches até às 23.00 h.
Hotel Leuka - $$$ - Calle Segura, 23 -
Estava localizado numa rua tranquila, no centro e a 200 m da Praça Luceros. Oferecia quartos com ar-condicionado estacionamento coberto. Todos os quartos eram aquecidos e tinham banheiro privativo com secador de cabelo, Wi-Fi, TV HD, mesa auxiliar, e alguns quartos tinham um terraço. O restaurante Leuka era especializado em cozinha mediterrânica. Tinha um bar e serviço de quarto à sua disposição 24 h.
Hotel Maya Alicante - $$$ - Cônego M.L. Penalva, 2 -
Está situado no sopé do Castelo de Santa Bárbara, a 5 minutos a pé da praia de Alicante e 10 minutos a pé do centro da cidade. Dispunha de piscina sazonal ao ar livre, Wi-Fi e uma Academia com vista panorâmica. Os quartos incluíam ar-condicionado, TV HD via satélite, frigobar e banheiro privativo com secador de cabelo.
Hotel NH Rambla de Alicante - $$$ - Calle Tomás López Torregrosa, 11 - Centro -
Situado a 10 minutos a pé da praia e da Marina, oferecia quartos confortáveis com ar condicionado, um mini bar, televisão HD e acesso a internet. O restaurante servia um buffet de café da manhã. Os hóspedes podiam usufruir gratuitamente do ginásio para práticas esportivas e recreativas. O hotel ficava a poucos passos do centro histórico, e o Teatro Principal e o Castelo de Santa Bárbara ficavam a 20 minutos de uma tranquila caminhada.
Onde comer
Os pratos mais conhecidos da gastronomia de Alicante tinham o arroz como elemento principal. Os pratos com arroz alicantino eram dos mais tradicionais e levavam azeite, pimentão, alhos, verduras frescas e pescados, mas também havia arroz de carne, arroz guisado, com peixes, mariscos, com galinha, legumes, entre outros. Havia restaurantes na Marina, junto do porto, também na zona de bares e tapas, na famosa Rambla de Méndez Núñez, assim como havia restaurantes de comida caseira aos gourmet, no centro histórico e na Calle Castaños e nas ruas vizinhas.
Bodeguita 1999 - Calle Bailen, 4 -
O forte de sua cozinha eram os grelhados, os pratos mediterrâneos e da cozinha espanhola. O ambiente era extremamente aprazível, o atendimento era muito bom. A comida era excelente, a carne era das melhores e a apresentação era sugestiva, indo ao encontro das expectativas dos visitantes.
Cervecería Sento Rambla - Carrer Gerona -
Além de Bar e Cervejaria, trabalhava com capricho nos pratos da cozinha espanhola e mediterrânea. Serviam excelentes tapas, os tradicionais chupa-chups – uma espécie de almôndega com um molho satay com nozes – e os montaditos, um sanduíche grelhado e recheado com diferentes ingredientes. Como era muito concorrido, invariavelmente não tinha lugar e a proposta era fazer o pedido e saborear em pé ali mesmo.
Higo Pico Italian Tapas - Plaza de la Virgen del Remedio, 7 -
Cozinha italiana e espanhola - As tapas italianas eram muito bem recomendadas, assim como a berinjela à parmigiana e os panzerottis fritos. Era tudo produzido com muito capricho e alta qualidade.
La Tasca Del Barrio - Calle Labradores, 22 esquina com a Plaza San Cristobal -
Sua cozinha era focada na culinária mediterrânea, espanhola e italiana. Era um pequeno restaurante de tapas, uma verdadeira joia escondida na Cidade Velha de Alicante. Era um autêntico 5 estrelas por sua excelente comida, serviço e pela ótima carta de vinhos. Alguns pratos eram bem recomendados, como as alcachofras com presunto ibérico e aparas de foie gras e pescados.


Praia de Benindorm
