VIAREGGIO - o famoso Carnaval - Itália
Era uma das mais importantes cidades balneárias da Itália, situada na região do Tirreno, recomendada para férias de verão e visitas outras ao longo do ano. Aproveite para nadar no Mediterrâneo, explore vilas históricas, saboreie massas e gelatos autênticos e conheça o lugar que inspirara Puccini nesta cidade litorânea da Toscana. Com verões quentes e invernos suaves, uma sombrosa floresta de pinheiros e coloridas casas em estilo Liberty, não era de se admirar que Viareggio seja um dos refúgios mais populares do litoral da Toscana.
Conheça a Piazza Shelley, um recanto histórico em homenagem ao poeta romântico Percy Bysshe Shelley, que morrera em um naufrágio perto da costa de Viareggio. Admire a escultura do poeta, feita pelo talentoso italiano Urbano Lucchesi e veja a estátua de Burlamacco, o grande palhaço que promovia o Carnaval de Viareggio, uma tradição desde 1873. A cidade ficava a apenas 100 km de Florença e a 22 km de Pisa, onde estava o aeroporto mais próximo.
Como chegar
Era possível chegar de carro, saindo de Florença ou Pisa, o que levaria cerca de 1 hora ou 1.30h respectivamente. Também poderá chegar em Viareggio de trem, saindo de Florença ou Pisa.
Como se deslocar
Como a cidade era relativamente pequena, era fácil se deslocar a pé. Além disso, poderá alugar bicicletas ou scooters para seus passeios pela cidade.
Referências históricas e turísticas
Museu de Cera: um museu de cera com estátuas de celebridades italianas e internacionais;
Praia Grande: a principal praia da cidade, com areia fina e águas cristalinas.
Praça Mazzini: uma praça movimentada onde os habitantes locais se reúnem para desfrutar de cafés e restaurantes;
Teatro Verdi: um teatro histórico conhecido por suas excelentes apresentações.
Carnaval
Se visitar a cidade no inverno, não pode perder o Carnaval de Viareggio, um dos mais importantes da Itália e famoso por seus carros alegóricos gigantes feitos em papel machê. Os carros, frequentemente caracterizados por sátira política e social, desfilavam pelo calçadão todos os finais de semana durante o período carnavalesco, proporcionando um espetáculo único e envolvente.
O acesso aos eventos do Carnaval requeria a compra de um ingresso, com preços que variam entre 15 e 20 Euros. A cidade inteira se vestia de festa durante o Carnaval, com decorações coloridas, música nas ruas e uma atmosfera de alegria contagiante. Era também um ótimo momento para experimentar as especialidades gastronômicas locais, como os Cenci, doces típicos de Carnaval, que eram fritos e polvilhados com açúcar de Confeiteiro. Em 2026 os desfiles ocorrerão nos dias 1,7, 12,15, 17 e 21 de fevereiro.
Cidadela e Museu do Carnaval
Era uma praça de onde partia esta grande manifestação que tornava a cidade tão famosa. A praça fora inaugurada em 2001 e era considerada o maior centro dedicado às máscaras artísticas na Itália, já que não existiam outros com tais dimensões e serviços. Em seu interior desenvolvera-se o Museu do Carnaval, dedicado ao papel machê, elemento fundamental na criação das estruturas a serem apresentadas nos carros alegóricos. No percurso expositivo encontrava-se um patrimônio histórico, artístico e cultural ligado à tradição do Carnaval de Viareggio, e não faltavam espaços para tocar a matéria-prima e observar de perto as várias fases de realização de cada obra.
Festival Pucciniano
Era um evento imperdível para os amantes da música lírica. A moldura do Grande Teatro ao ar livre, situado ao lado do lago, tornava cada apresentação uma experiência mágica. Além das principais óperas, o festival também oferecia concertos e recitais com jovens talentos da lírica, permitindo aos visitantes descobrir novas vozes e vivenciar uma experiência musical única e inesquecível.
Igreja de Sant'Andrea
Era outra Basílica menor e estava localizada no centro histórico e sua construção, juntamente com a Canônica anexa, datava de 1842, baseada no projeto do engenheiro Cervelli de Lucca. A arquitetura externa era simples e clássica, mas não faltavam elementos decorativos; no interior, poderia se observar interessantes obras de arte e numerosas relíquias, como as de Santo Antônio Maria Pucci.
Igreja de São Paulino
Era uma Basílica menor situada no centro histórico. Fora construída por volta de 1896 e alguns anos depois ampliada, enquanto o campanário fora adicionado posteriormente, em 1921, mas fora destruído logo durante a Segunda Guerra Mundial, embora não tenham perdido tempo para reconstruí-lo. O interior da Igreja era composto por três naves, um grande Órgão e um arco triunfal, mas se destacava principalmente por um mosaico que representava São Paulino e os anjos sobre um fundo dourado.
Mercado do Peixe
Todas as manhãs, este Mercado era um lugar ideal para quem apreciava os sabores do mar. Era também um ótimo lugar para quem desejasse conhecer a gastronomia local e comprar ingredientes frescos para prepará-los. Os pescadores locais frequentemente estavam disponíveis para compartilhar histórias e anedotas sobre a vida no mar e suas famílias.
Museus
Além do Museu do Carnaval, a cidade também tinha outros museus, como o Museus dos Instrumentos Musicais G. Ciufredda, Museu da Casa de Ippolito Ragghiantti, Museu Villino Puccini, Galeria de Arte Moderna e Contemporânea Lorenzo Viani, Museu da Marinha Alberto Gianni e o Museu Centro Matteucci.
Museu Centro Matteucci - Via Guglielmo Agnelli, 14 -
Estava localizado na central Via Foscolo, a poucos passos do calçadão marítimo e da Passegiata. Era um prédio histórico que abrigava o Centro, construído em 1915 segundo o projeto do arquiteto Benedetto Benedetti a pedido da família Gori e posteriormente adquirido por Giuseppe Tomei, empresário do setor náutico. Esta Vila em estilo liberty, perfeitamente restaurada, era valorizada pelos azulejos de Galileo Chini. Os azulejos decoravam toda a fachada com putti e motivos florais, representando um dos melhores exemplos do estilo liberty que caracteriza os prédios históricos da cidade.
Museu da Marinha Alberto Gianni -
Para quem desejasse conhecer a ligação de Viareggio com o mar, uma visita a este museu era imperdível. Contava a história das tradições marítimas da cidade, com uma coleção de modelos de navios, ferramentas náuticas e fotografias antigas. O ingresso custava 5 euros e estava aberto durante todo o ano, de terça a domingo.
Museu do Carnaval
Para quem deseja aprofundar-se na história e nas técnicas dos carros alegóricos, o Museu era um verdadeiro tesouro escondido. Situado na Cidadela do Carnaval, proporcionava uma viagem pelo mundo do papel machê e da construção dos carros, com a possibilidade de ver os artistas em ação. A entrada custa 5 euros e era aberta mediante reserva.
Museus dos Instrumentos Musicais G. Ciufredda – Via Niccolo Machiavelli, 2 -
Abrigava mais de 400 instrumentos musicais reunidos por Giovanni Ciuffreda ao longo de quase 50 anos. O percurso possibilitava fazer uma breve história da música com instrumentos provenientes de lugares distantes e ainda hoje em uso por muitos povos, mantendo intactas tradições milenares. Apresentava cerca de 200 peças, distribuídas em seis salas de exposição, totalizando 103 m² de área expositiva. A essa coleção eram adicionados alguns instrumentos reconstruídos filologicamente, inspirados na iconografia medieval e renascentista, que poderiam ser escutados e, em muitos casos, também tocados.
Museu Villa Giaccomo Pucini – Vialle G.Pucini, 266 -
Giacomo Puccini nascera em Lucca, em 22 de dezembro de 1858, em uma família com cinco gerações de músicos. Após a morte prematura de seu pai, tornara-se organista do Duomo de Lucca. Estudara no Conservatório de Lucca e, posteriormente, graças a uma bolsa oferecida pela Rainha Margherita de Saboia, mudara-se para Milão, onde frequentara o Conservatório Giuseppe Verdi, estudando com Amilcare Ponchielli. Formara-se em Composição em 1883, com a obra Capriccio Sinfônico.
Durante os anos milaneses, o Maestro vivera como um jovem boêmio até conhecer o editor Giulio Ricordi, o que marcara o início de sua carreira como músico. Suas primeiras obras foram então criadas: Le Villi (1884) e Edgar (1889). Enquanto isso, através da união com Elvira Bonturi, nascera Antonio, em 1886 o único filho do Maestro. Em 1891, a família Puccini mudara-se para Torre do Lago durante o verão, um lugar ideal para a caça e para a inspiração musical. Puccini fizera deste lugar seu refúgio. Em suas palavras: Torre del Lago, supremo Gaudio, paraíso, Éden empírico, turris eburnea, vaso espiritual, palácio real…120 habitantes, 12 casas.
Muitas de suas obras nasceram aqui: Manon Lescaut (1893); La Bohème (1896); Tosca (1900); Madame Butterfly (1904); La Fanciulla del West (1910); La Rondine (1917); e Il Trittico (1918). Deixando Torre do Lago devido à degradação do ambiente causada por uma Usina movida pelo turfa do lago, Puccini mudara-se para Viareggio em 1921, onde começara sua última obra, Turandot. Sua morte repentina, em 29 de novembro de 1924, em Bruxelas, após uma operação na garganta, infelizmente deixara sua obra final inacabada. O Mestre estava sepultado na capela construída por seu filho Antonio, em sua amada casa em Torre do Lago.
Palacio das Musas e Galleria d'Arte Moderna e Contemporânea -
Era um dos palácios históricos da cidade. Originalmente, fora dedicado a Vittorio Emanuele II, mas depois seu nome fora modificado. A denominação atual surgira devido ao fato de que a construção do prédio somente fora possível graças ao dinheiro arrecadado com obras e doações de artistas de vários tipos, como pintores, escultores, arquitetos, músicos e poetas. Hoje, no Palácio funcionava a Galeria de Arte Moderna e Contemporânea, criada após o Prêmio Carnevalotto, que premiava o carro alegórico mais artístico. No interior do museu, encontram-se cerca de 3000 obras de arte contemporânea, incluindo pinturas, esculturas e gravuras, concebidas e utilizadas como prêmio para o carro vencedor.
Passeio Margherita
A Orla era mais conhecida como Passeggiata Margherita e mencionada, principalmente, por ser o local onde ocorria o famoso Carnaval de Viarregio. No entanto, além disso, era chamada de Passeggiata porque não contornava apenas a praia, como costumava acontecer com qualquer orla, mas do outro lado da rua se estendia uma verdadeira rua artística com uma sequência de prédios históricos em estilo Art Nouveau.
Era o coração pulsante da cidade, um calçadão de mais de 3 km que oferecia uma vista deslumbrante do mar, repleto de lojas elegantes, sorveterias e bares históricos. A arquitetura do passeio era caracterizada por prédios em estilo Liberty, como o Caffè Margherita, famoso também pelas visitas do compositor Giacomo Puccini. Este trecho para era perfeito para uma caminhada ao pôr do sol durante as noites de verão, a caminhada se animava com eventos e espetáculos ao vivo, com artistas de rua e concertos que ajudavam a criar uma atmosfera realmente mágica. Ao longo da caminhada verá cúpulas, varandas e fachadas artísticas que o encantarão e encontrará estruturas importantes como o Gran Caffè Margherita, a Torre do Relógio, o Palácio das Musas e o Teatro Politeama.
Praça Mazzini –
No palco da Praça Mazzini, entre aplausos e olhares admirados, Jacopo Allegrucci apresentara este ano sua nova criação alegórica. O carroceiro do último quinquênio, aquele de quem sempre se esperava alguma nova magia, se apresentava nesta edição do Carnaval com a obra No campo dos milagres, onde brilhavam sonhos de ouro, vendidos pelo Gato e a Raposa, entre promessas fáceis e ilusões reluzentes: fama, sucesso, felicidade, tudo imediatamente, tudo de graça.
Sua obra, apresentada na Piazza Mazzini, continuava seu percurso de narrativa visual e reflexão social, unindo imaginação, técnica e uma linguagem que vai além do folclore. Cada sua construção contava uma história feita de símbolos, emoções e referências culturais, capaz de tocar profundamente o espectador e transformar o papel machê em arte viva.
Praia da Lecciona e outras praias
Além do Carnaval, também era um famoso destino de praia. Chegando a Viareggio durante o verão, saiba que uma longa faixa de areia dourada estaria lhe esperando, onde se erguiam, um após ao outro, inúmeros estabelecimentos praianos que se alternavam com pequenos trechos de praia livre. A mais famosa era a Praia da Lecciona, mas outras praias conhecidas eram o Bagno Maurizio, Bagno Marechiaro, Bagno Irene. As praias ofereciam todo tipo de serviço turístico, como guarda-sóis, banheiros, vestiários, bares, aluguel de equipamentos esportivos e quadras de vôlei de praia, entre outros. No período férias as praias daqui ficavam lotadas, também!
Pineta do Ponente
Era um parque situado no coração da cidade, ideal para explorar à pé ou de bicicleta. Era onde era possível se isolar do caos da cidade, mergulhando em um lugar completamente natural e bem cuidado, onde havia bares, brinquedos para crianças, longas trilhas e áreas de descanso, perfeito para um passeio, uma pequena pausa à tarde, para saborear um sorvete ou aproveitar uma bebida em meio à natureza.
Teatro Politeama – Lungo Molo Corrado do Greco –
Surgira como um teatro, com o nome de Alhambra, em 1869, e era uma construção de madeira – inicialmente bastante precária, mas depois remodelada e fortalecida – que pelos moradores apaixonados pelo jogo dos apelidos, fora imediatamente renomeada para Cavalo de Troia. No início do século passado, a estrutura fora demolida e reconstruída, novamente em madeira, mantendo assim o apelido, mas mudando o nome oficial para Nuovo Politeama. A inauguração ocorrera em 2 de agosto de 1902 com Come le foglie, de Giuseppe Giacosa, encenada pela Companhia de Ermete Novelli.
Torre Matilde
Era o prédio mais antigo, datado do século XVI. A torre constituía um exemplo de arquitetura militar, embora o nome Matilde tenha sido atribuído erroneamente quando se pensava que sua construção estivesse de alguma forma ligada a Condessa Matilde de Canossa. Importante personagem da vida Toscana, cujo corpo está sepultado na Igreja de São Pedro, em Roma. No entanto, essa estrutura tivera um importante papel de vigilância e, posteriormente, fora utilizada como prisão, enquanto hoje estava aberta ao público para desfrutar de uma bela vista da costa e era usada periodicamente para expor mostras de arte e lançamento de livros.
Villa Argentina
Era uma residência elegante, um dos muitos prédios históricos, mas era um dos mais requintados. Como quase todas as construções, também fora construída no século XIX, em estilo Art Nouveau, e por isso se poderia notar suas decorações em cerâmica, estuques, cores suaves e todos os outros elementos típicos desse estilo. No exterior, destacava-se um grande jardim, enquanto no interior se abriam salões decorados com pinturas, colunas, entalhes, cerâmicas e belos mosaicos.
Villa Puccinini – Torre do Lago
Em 1891, Giacomo Puccini, após uma estadia de verão com um certo Andreozzi, alugara dois quartos de Venanzio Barsuglia, uma guarda de Don Carlos di Borbone, conforme relatado pelo próprio Puccini. Era uma casa torre humilde junto ao Lago Massaciuccoli: três quartos simples no andar de cima com cozinha compartilhada e um estábulo no térreo. Desde então, Torre do Lago representava um lugar emblemático na vida de Puccini, um sítio e refúgio que inspirara a maioria de suas óperas mais famosas.
Após o sucesso de Manon Lescaut, Puccini mudara-se para a residência próxima do Conde Grottanelli, onde permanecera até a construção da Villa Puccini, concluída na primavera de 1900. Quando o trabalho já havia começado na Villa de Chiatri, Puccini tivera a oportunidade de comprar a antiga torre casa: o projeto de demolir o antigo prédio, mantendo apenas as fundações da torre. A Villa tinha uma composição tradicional cúbica e simétrica, com uma clara divisão de funções: uma janela em vidro e ferro com caráter ornamental era o elemento de ligação entre a entrada da Villa e o jardim que contornava o prédio. Emblemático do gosto da época, o jardim, que originalmente era banhado pelo lago, seguia uma forma irregular, delineada por canteiros adornados com pedras exóticas, palmeiras e sebes que protegiam e criavam perspectivas com grandes efeitos visuais.
Villa Paolina
Também era um prédio histórico, construído no século XIX e pertencente à irmã de Napoleão, Paolina Bonaparte. A Villa fora refúgio de Paolina após a morte de seu irmão, mas também fora um local de cultura, já que à Princesa gostava de se cercar de artistas e bons músicos. Atualmente passara por restaurações para depois ser aberta ao público como sede dos Museus Cívicos, especificamente o Museu Arqueológico e o Museu de Instrumentos Musicais, além da Pinacoteca de Arte Contemporânea. Em seu interior, não faltavam, luxuosas decorações, como tetos pintados e paredes com cerâmicas decorativas.
Onde ir à noite
Aqui não faltavam pubs, discotecas e outros locais onde passar uma pré-noite ou a noite inteira, com muito gosto e diversão. Poderia escolher entre happy hour, bares de coquetéis ou se soltar na discoteca, dançando por algumas horas ou a noite toda diferentes tipos de música em vários lugares espalhados pelo centro histórico e próximos à orla. Aqui estão alguns dos mais recomendados:
Amadeus – Viale Cristóvão Colombo, 35 -
Era um bar com ampla oferta de coquetéis alternativos, criados com diversas opções de bebidas, e noites com música ao vivo.
Carpe Diem – Viale Europa, 25 -
Era especializado em aperitivos que oferecia apericena, com ótimos coquetéis e boa comida regional.
Dancing Trocadero –
Era uma Discoteca com dança de salão no horário nobre, e música revival ou latina na sequência, com possibilidade de saborear em um buffet variado.
Il Corsaro Rosso - Viale Europa, 34 -
Restaurante e bar de coquetéis com cardápio de carnes e peixe, música ao vivo de todos os estilos e ampla variedade de coquetéis.
Maki Maki - Viale Europa, 23 -
Era um restaurante e discoteca com vários tipos de cardápio e música moderna, durante toda a noite, com entrada gratuita e noites temáticas.
Hospedagem
Hotel La Pace - $$$ - Viale Manin, 36 –
Os quartos dispunham de ar-condicionado, TV de HD, banheiro com secador de cabelo e chuveiro. Alguns quartos dispõem de varanda. Oferecia acesso ao Wi-Fi, quartos para não fumantes e Pcds, restaurante, bar e estacionamento. Servia um ótimo café da manhã.
Hotel President - $$$$ - Viale Carducci, 5 -
Ficava à beira-mar, a 10 minutos a pé da Estação de Viareggio. Os quartos tinham ar condicionado, acesso Wi-Fi e uma TV de HD com Sky TV. Era possível alugar computadores portáteis na Recepção. O buffet de café da manhã, oferecia mais de 80 itens, .O restaurante abria de maio até o final de setembro, servindo culinária italiana tradicional e jantares de quatro pratos.
Hotel Residence Esplanade - $$$$ - Piazza Puccini, 18 -
Era um elegante prédio arte nouveau, localizado a apenas 50 metros da praia e ao lado do exuberante Pineta do Ponente. Oferecia quartos espaçosos e requintados, além de apartamentos independentes, todos equipados com frigobar, TV de HD via satélite e acesso ao Wi-Fi. Cada acomodação tinha um design moderno, banheiro privativo com produtos de higiene pessoal gratuitos e secador de cabelo, além de ar-condicionado. Os hóspedes poderiam saborear a autêntica culinária italiana no Restaurante Esplanade. Dispunha de uma área de bem-estar incluindo um SPA com sauna, banho turco, chuveiros sensoriais e tratamentos de relaxamento exclusivos.
Hotel Viareggio - $$$ - Viale Einaudi,11 –
Dispunha de quartos com ar-condicionado, TV de HD, frigobar e acesso ao Wi-Fi. Lido di Camaiore's, a praia de areia ficava a menos de 10 minutos a pé. Servia um bom café matinal e tinha estacionamento.
Palace Hotel - $$$$ - Via Flavio Gioia, 2 -
Situado à beira-mar dispunha de um terraço na cobertura com vistas panorâmicas para o Mar Tirreno e os Alpes Apuanos. Os quartos tinham um design clássico, eram climatizados e ofereciam TV HD com canais Sky, frigobar, cafeteira elétrica e banheiro com secador de cabelo e produtos de higiene pessoal. O restaurante Decò, aberto o ano todo, servia especialidades regionais da Toscana e do Mediterrâneo, refeições sem glúten e uma grande seleção de vinhos locais. O café da manhã era muito bom. Tinha estacionamento.
PFA Hotel Viareggio - $$$ - Via Amerigo Vespucci, 93 –
Tinha quartos com ar-condicionado, TV de HD, banho com amenidades e secador de cabelos, acesso ao Wi-Fi e unidades especiais para famílias e à portadores de necessidades especiais. O café da manhã era servido em estilo buffet ou continental.
Comidas típicas
A culinária regional era famosa por seus pratos deliciosos e sofisticados. Alguns dos pratos mais populares incluíam:
Bistecca alla Fiorentina: um bife grelhado típico da região;
Cacciucco: um guisado de frutos do mar à moda regional;
Schiacciata: uma espécie de pão com cobertura de azeite e ervas aromáticas.
Onde comer
A cidade oferecia diversas opções gastronômicas, desde restaurantes de alta gastronomia até comidas rápidas. Algumas recomendações eram:
Amaro Braceria – Via São Martinho, 73 -
Apresentava cozinha rústica, com massa fresca e especializada em pratos de carne grelhada, mas também não faltavam algumas opções à base de pescados.
Antica Locanda da Luca – Viale Michelangelo Buonarrotti, 63 -
Era a cozinha tradicional toscana à base de pescados, preparado com ingredientes frescos e regionais.
Branzo Hamburger – Via São Francisco, 91 -
Era um espaço gourmet e muito mais. Tudo à base de peixes fresquíssimos.
La Baracchina – Piazetta Golfo Aranci -
Era outro especializados em pescados e frutos do mar.
Ristorante Da Gino – Via Roma -
Era um belo restaurante italiano tradicional, localizado no centro da cidade.
Ristorante La Terrazza – Via Reginaldo Giuliani -
Era um ótimo restaurante sofisticado, situado ao lado da praia.
Pizzeria Il Mare – Via Mazzini -
Era uma ótima pizzaria localizada no centro da cidade.


