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ISLÂNDIA
A terra do sol da meia-noite 

 

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Exigências para entrar na Europa

​Desde 12 de outubro de 2025, os 29 países que compõem o Espaço Schengen, incluindo destinos turísticos muito procurados por brasileiros, como França, Alemanha, Espanha, Portugal e Itália, deixarão de carimbar Passaportes de viajantes isentos de visto, como era o caso do Brasil. A mudança marcará o início da operação do Sistema de Entrada e Saída (EES), que passará a registrar digitalmente as entradas e saídas de estrangeiros por meio de biometria, com coleta de foto facial e impressões digitais. Na primeira viagem à Europa após a implantação, o visitante precisará realizar o cadastro biométrico no Posto de Imigração. Já nas viagens seguintes, o processo será mais rápido, uma vez que os dados ficarão armazenados no sistema.

 

O objetivo, segundo as autoridades europeias, será reforçar a segurança e controlar o tempo de permanência, que para brasileiros continua limitado a 90 dias sem visto. Além do EES, a Europa se prepara para adotar outra mudança importante. A partir de 2026, entrará em vigor a autorização de viagem ETIAS, que deverá ser solicitada online antes do embarque. O procedimento terá custo de 7 Euros e será obrigatório mesmo para viajantes que não precisam de visto. ​O ETIAS - European Travel Information and Authorisation System — Sistema Europeu de Informação e

 

Autorização de Viagem) será uma autorização eletrônica obrigatória para viajantes isentos de visto, que desejam entrar em países do Espaço Schengen. Ele não será um Visto, mas uma pré-autorização de viagem, semelhante ao sistema ESTA, usado pelos Estados Unidos. O objetivo será reforçar a segurança e identificar possíveis riscos antes do embarque, permitindo que as autoridades europeias façam uma triagem prévia dos visitantes. ​A pergunta agora será: o que eles irão fazer com milhares de muçulmanos que IMVADIRAM a Europa com a complacência das autoridades ? 

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Segurança

Reykjavik a capital do país fora  eleita a primeira cidade mais segura do mundo

pelo Global Peace Index Report  2022.

 

​Apesar de ter invernos longos e clima rigoroso, tinha uma população extraordinariamente positiva e feliz. Seu sistema de saúde era altamente eficiente, com uma das menores taxas de mortalidade infantil e uma das maiores expectativas de vida do mundo. Além disso, suas paisagens deslumbrantes e o apreço pela natureza contribuíam para a felicidade geral do país. Em 2023 fora escolhido o terceiro país mais feliz do mundo conforme pesquisa do World Happiness Report 2023. 

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​Os Islandeses também representavam um dos povos mais felizes do mundo, com uma das mais altas taxas de alfabetização e desenvolvimento humano. A igualdade social era impressionante, todos frequentavam os mesmos ambientes e desfrutavam das mesmas escolas, hospitais e demais serviços públicos, independente da ocupação profissional. Com uma política liberalista, o país destacava-se como um dos mais desenvolvidos, mas o revés viera na crise de 2008, que gerara muitos desempregos. Os Islandeses organizaram-se em um modelo democrático participativo, para discutir a própria Constituição.

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As formigas na Islândia, simplesmente não existiam. As baixas temperaturas faziam com que elas não conseguissem fazer seus ninhos. Raramente eram encontrados mosquitos. Devido às baixas temperaturas e a indisponibilidade de alimento, já que todo mundo estava quase sempre com o corpo coberto. Para aqueles que morrem de medo de barata, na Islândia podiam ficar tranquilos, porque elas nunca iriam aparecer...

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A Islândia tinha a melhor água do mundo, segundo os próprios islandeses. Ao abrir a torneira, a água saia em uma temperatura quase congelante de 4ºC e vem diretos das fontes naturais, sem nenhum tratamento ou adição química, sendo extremamente pura. O ponto de partida para conhecer o país, era a capital Reykjavík, a única cidade grande, do território islandico. Aqui, o turista se sentia em uma típica pequena cidade europeia, calma e bem organizada. Nas proximidades da capital, um programa interessante, era visitar as águas termais da Blue Lagoon, um Spa situado num campo de lavas, o que garantia características geotérmicas singulares.

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Como chegar

​A Islândia era uma grande  ilha, situada na entrada do Ártico. O jeito era chegar de avião mesmo! O principal aeroporto islandês, era o de Keflavík, distante 40 min de carro de Reykjavík, e ponto de partida para os principais atrativos do país. Para chegar até lá, caso tenha o Visto americano, poderá entrar via América do Norte.

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Entrando pela Europa, além de não precisar de Visto, poupava-se quase metade do tempo de voo e ainda se evitava ter que fazer conexões. Chegando pelo Velho Continente, havia quem preferisse parar em Paris ou Amsterdã, mas a rota mais rápida era via Londres, voando pela British Airways. Um dos maiores atrativos do país, era o conjunto de cachoeiras Gullfoss, que caiam por 32 metros, em dois níveis, dentro de um Cânion que chegava a 70 metros de profundidade. Outra atração, era o Parque Nacional de Thingvellir, considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Nele se poderia observar a falha tectônica que dividia a ilha, entre a placa americana e a euro asiática, o lago Pingvallavatn e as paredes de Althingi, que abrigava o Parlamento mais antigo da história, fundado em 930 d.C.

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Ao sul, a 370 km de Reykjavík, estava Vatnajökull, a maior geleira do país, a partir da qual se formara o Jökulsárlón, uma extraordinária lagoa glacial, repleta de Icebergs, por onde navegavam os barcos de turismo. No meio do caminho, entre a capital e a geleira, estava um dos pontos mais famosos do país: o impronunciável Eyjafjallajökul, o vulcão que entrara em estado de erupção em abril de 2010, lançando cinzas que paralisaram o tráfego aéreo do continente europeu.

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O país que tinha pouco mais de 320 mil habitantes, em 2017, conseguira pela primeira vez sua classificação para disputar a Copa do Mundo de Futebol, de 2018, realizada na Rússia. A performance fora obtida em razão das atividades pré desenvolvidas por sua administração de futebol, que instituíra um sistema de aprendizado, em todas as escolas do país,  e investira na infraestrutura física em todas as cidades. Era o esporte levado a sério, por gente séria.

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Pratos típicos da Islândia

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Alguns dos pratos típicos islandeses mais populares:

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  • Bacalhau: o bacalhau islandês era reconhecido mundialmente pela sua qualidade. Em qualquer restaurante do país era possível encontrar pratos feitos à base de bacalhau, fervido ou assado e acompanhado de legumes;

  • Brennivín: era uma bebida alcoólica extraída da fermentação da batata, de grau muito elevado;

  • Cerveja islandesa: apesar de ter sido proibida de 1915 a 1989, hoje  a cerveja islandesa era uma das mais valorizadas dos países nórdicos;

  • Hákarl: era carne de tubarão curada durante seis meses. Era o único modo de preparar para que ficasse apta para consumo humano, uma vez que sem este processo não podia ser comida;

  • Harðfiskur: era um peixe seco, que costumava ser servido como aperitivo;

  • Kjötsúpa: era uma sopa revigorante, feita à base de carne e legumes;

  • Mexilhões: eram preparados de várias maneiras, eram especialmente típicos do povoado de Stykkishólmur;

  • Plokkfiskur: era um delicioso guisado tradicional, à base de peixe, cebolas e batatas;

  • Rúgbraud: era o pão de centeio tradicional da Islândia. Normalmente era cozido com  o próprio calor da terra, em zonas geo termais, como as adjacentes ao Lago Mývatn;

  • Svið: era a cabeça de ovelha fervida;

  • Skyr: era o lácteo predileto, muito popular entre toda a população a qualquer altura do dia: no café da manhã ou como sobremesa, lanche, entre outros. Costumava vir acompanhado de mirtilos;

  • Sopa de lagosta: dependendo da região, preparava-se adicionando vários ingredientes, mas o intenso sabor de lagosta era comum a todas as receitas islandesas.

 

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Onde comer

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Braud & Co. -  Frakkastígur, 16 -  Fákafen, 11  -  Hrísateigur, 47 -

Era uma padaria artesanal muito conhecida na cidade, famosa por seus deliciosos pães de massa fermentada e o pão dinamarquês amanteigado. Era uma rede de padarias espalhada pela cidade.

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Café Loki - Lokastígur 28, 101 – Reykjavik

Era um restaurante com cara de comidinha caseira, que servia pratos típicos simples e muito gostosos. Tinha vista para a Hallgrímskirkja Church, que era a igreja luterana de Reykjavik e um dos principais pontos turísticos do país.

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Eldur and Is – Skolavoerdustigur, 2 –

Serviam excelentes panquecas, num ambiente pequeno e lotado de clientes, recheado com o cheiro fantástico de seus crepes e waffles. Era uma ótima referência para almoço ou lanches.

 

Sküli Craft Bar - Aðalstræti 9, 101 – Reykjavik –

Era uma dica de bar para provar uma craft beer islandesa! Era um dos principais bares para conhecer a cena cervejeira do país. E por conta  disso, era território de gente jovem.

 

The Deli -  Bankaestraeti, 14 –

Era considerado o que servia a melhor pizza para levar ou para comer no local. No horário das 17.00 as 21.00h costumavam servir a pizza de tamanho grande, pelo preço de uma pizza média.

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Dormir em Reykjavík

 

​A capital era a que tinha a maior oferta hoteleira de todo o país. Desta forma, encontrar um hotel em Reykjavík era uma tarefa simples  durante todo o ano, ainda que na temporada alta (geralmente nos meses de junho, julho e agosto) a procura crescesse e pudesse ser um pouco mais complicado. Em Reykjavík poderá encontrar hotéis, apartamentos turísticos, hostel, albergues e até Campings, que permitirão desfrutar da capital islandesa, com qualquer orçamento. No entanto, todos tinham em comum o fato de serem bastante caros em comparação com outros destinos europeus.

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A melhor zona para se hospedar era o Distrito 101, mas também era o lugar mais caro da cidade. Nos 20 quarteirões do centro, se concentravam muitos dos restaurantes e alguns dos seus lugares mais famosos, como a animada Rua Laugavegur ou a imponente Hallgrímskirkja. Para quem procurava algo mais econômico, a sugestão era buscar o bairro de Laugardalur, onde encontraria uma vizinhança mais autêntica, menos turística e muito bem conectada com o centro da cidade, graças ao serviço de ônibus.

 

Bergas Guesthouse - $$$ - Grafin, 8 – 

Tinha 20 excelentes quartos para não fumantes, dotados de cozinha americana, com frigobar, micro-ondas e mesinha auxiliar. Ficava perto da praia e de uma Marina. Servia um bom café da manhã.

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100 Iceland Hotel - $$$ - Laugavegi, 100 - 

Dispunha de 18 quartos para não fumantes, com banho privativo,  amenities e secador de cabelos. Servia café da manhã e oferecia acesso a Sauna de cortesia e  traslado ao Aeroporto.

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Nordurey Hotel City Garden - $$$ - Hrísateigur, 14  

Todos os quartos tinham TV de HD, com canais por via satélite, banho privativo com amenities de cortesia e frigobar. Também servia um bom café da manhã.

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Hüsavik - Islândia

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