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 DIJON - terra da mostarda e vinho - França 














 

 

 

 

 

 

 



Era o antigo reduto dos Duques da Borgonha, e hoje era mais conhecida por seus dois produtos de exportação mais famosos: a mostarda e os vinhos Pinot Noir. Pináculos góticos, casas em enxaimel e telhados de duas águas alinhavam-se nas ruas do centro histórico, listado pela UNESCO, onde gastrônomos itinerantes poderiam fazer compras no renomado mercado coberto e saborear especialidades locais, boeuf Bourguignon e escargots de Bourgogne. Uma visita ao Palácio dos Duques era uma das referências para visitar, assim como um tour de degustação de vinhos pela região vinícola vizinha de Cote de Nuits.  As construções medievais como as casas da Rua Verrerie, a Abadia Beneditina de Saint-Bénigne, fundada em 525, e os telhados de azulejo colorido, eram alguns exemplos dos elementos que davam o charme de Dijon.

As referências históricas e turísticas

Catedral de Notre Dame -

Iniciada em 1230, era uma Igreja Católica Romana considerada uma obra-prima da arquitetura gótica, estava localizada no coração da cidade, perto do Palácio dos Duques. A igreja tinha uma estátua de Notre Dame de Bon Espoir, também conhecida como a Madona Negra, que teria protegido os cidadãos de Dijon de invasores estrangeiros. Outras características incluíam a Capela da Assunção, a sacristia e a galeria, que continha cinco vitrais originais do século XIII, representando as vidas de São Pedro e Santo André.

 

Catedral Saint-Bénigne –

Notável por fora pelo seu telhado policromado, a antiga igreja da Abadia em estilo gótico borgonhês (século XIV) possuía vestígios subterrâneos de uma rotunda de três andares, construída por volta do ano 1000, durante o Abaciado de Guilherme de Volpiano: martírio de Saint-Bénigne, pavimento em mármores coloridos e magníficos  capitéis  esculpidos. Até a igreja Saint-Michel, passando por Notre-Dame e seu Jacquemart, esses monumentos admiráveis marcaram profundamente a paisagem urbana de Dijon chamada de a cidade dos cem campanários. Aproveite para conhecer a igreja Saint Philibert, única igreja romana de Dijon e antiga capela dos noviços da Abadia Saint Bénigne. Abria de 1º de março a 30 de setembro das 9.30 às 19.30h e de 1º de outubro a 30 de abril de segunda à sexta das 11.00 às 19.00h e aos sábados e domingos das 10.00 às 19.00h.

 

Cidade Internacional da Gastronomia e do Vinho -

Inaugurada em 6 de maio de 2022 sob um custo de 250 milhões de Euros que foram investidos em um espaço de 1.750 m² dedicados à gastronomia francesa e ao vinho regional. Construído no antigo local do Hospital Geral de Lyon, proporcionava diversas atrações aos turistas, dentre elas degustação da bebida, com mais de 250 rótulos de vinhos da Borgonha disponíveis. A Ferrandi Paris Cooking School disponibilizará aulas de culinária em inglês e o restaurante La Table du Chef, do borgonhês 3 estrelas Michelin Éric Pras, oferecerá ao visitante pratos típicos. O viajante ainda contará com uma livraria especializada em vinhos e na gastronomia francesa. O espaço de 70.000 metros quadrados oferecia uma experiência imersiva com diversas atrações principais:

Adega e Wine Bar: Uma adega impressionante com milhares de rótulos disponíveis, onde poderá provar e comprar vinhos da famosa região da Borgonha e do mundo;

 

Cinema e Lazer: O Complexo também abrigava um conjunto de cinemas e áreas de convivência e entretenimento;

Exposições e Oficinas: Oferecia espaços dedicados a exposições interativas e workshops sobre a culinária francesa — era classificada como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO;

 

Gastronomia: Tinha várias lojas especializadas, mercados gastronômicos e restaurantes de alta qualidade.

Igrejas e Capelas

A cidade era pródiga em templos religiosos espalhados pela área urbana. Segundo dados do Google eram mais de 20 unidades de diversas culturas de religião. Algumas eram mais destacadas como a Capela da Água Viva, Irmãzinhas dos Pobres, Capela dos Eleitos, Capela das Carmelitas e Capela do Sagrado Coração.

Igreja de Santa Ana –

Era uma estrutura arquitetônica única e uma igreja circular com uma cúpula de cobre, construída no século XVIII. Dedicada a Santa Ana estava associada ao Mosteiro dos Bernardinos, que remontava ao século XVII. Essa combinação de história religiosa e arquitetônica a tornava um lugar fascinante para visitar. Era reconhecida como monumento histórico desde 1945, destacando sua importância cultural e histórica. Ela abrigava o Museu de Arte Sacra, inaugurado em 1980. O Mosteiro, por sua vez, abrigava o Museu da Vida Borgonhesa Perrin de Puycousin, desde 1993.

 

Igreja de São Paulo e Santa Joana D`Arc – Boulevard de St. Joana D`Arc

Era uma pequena igreja instalada na periferia da cidade, em homenagem aos dois destacados santos do catolicismo. Abria às sextas-feiras das 17.00 às 18.00 para atendimento às confissões e no sábado das 10.30 às 12.00h. Para visitas estava aberta diariamente das 9.00 às 17.00h.

 

Igreja de São Filiberto – Praça de São Filiberto –

Era a única igreja românica da cidade. Desativada para culto desde a Revolução Francesa, a igreja servira como estábulo, depósito de salitre e armazém de sal. Na década de 1970, fora restaurada e transformada em um espaço para atividades culturais. No entanto, a erosão da pedra, causada pela ação do sal e da umidade, obrigara seu fechamento ao público em 1979, por razões de segurança. Desde 2002, a igreja de Saint Philibert estava aberta todos os anos para as Jornadas do Patrimônio e, excepcionalmente, como em outubro de 2010, durante a exposição urbana de arte e design 21000. Para permitir o acesso ao público em geral foram realizadas obras para garantir a segurança pública e a acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.

 

Igreja de São Miguel -

localizada no centro histórico, era uma das mais bonitas do país. Erguida entre os séculos XV e XVI, destacava-se por sua fachada monumental que unia a arquitetura Gótica e Renascentista. Fora consagrada em 1529 e construída no lugar de uma capela do século IX. Fora construída pela comunidade católica local, um fato estranho quando então o Estado pagaria as igrejas. Começaram a fazer o Coro central em 1499 e, em seguida, as obras pararam por causa da falta de recursos e a guerra contra a Suíça. Concluída em 1529 fora dedicado a São Miguel Arcanjo. A Igreja fora saqueada após a Revolução francesa, e a maior parte das obras de arte foram destruídas.  

Jardim Botânico

Incluía um arboreto em estilo de jardim inglês com mais de 170 espécies, um roseiral com cerca de 230 variedades e um jardim em estilo francês com mais de 500 espécies de plantas. Também apresentava áreas de abelhas e suas colmeias e um abrigo especial para insetos.

 

Jardim da Ciência -

Não era apenas um jardim. Daí o seu nome Jardim da Ciência! Este local único na França, instalado no Parque Arquebuse, reunia um Planetário, um Museu de história Natural e um Jardim Botânico. Dedicava-se às relações Homem/Natureza, à biodiversidade e tinha como missão informar aos visitantes sobre as questões ambientais no mundo. Era uma visita imperdível.

 

Mercado Central - Les Halles –

Projetado por Gustave Eiffel no século XIX, era o local ideal para provar ingredientes frescos, queijos locais, vinhos da Borgonha e a autêntica Mostarda de Dijon. Abria às terças, quintas e sextas das 9.00 às 13.00h e aos sábados durante todo o dia. Era um espaço que já abrigara um antigo Monastério do século XIV e fora projetado sobre suas ruínas, por Gustave Eiffel, o próprio. O mercado fechava cedo, oficialmente às 13.00h, mas antes disso eles já começavam a recolher seus produtos e encerrar os serviços do dia.

 

Museu Arqueológico -

Estava alojado desde 1934 no antigo dormitório dos Monges da Abadia Beneditina de Saint Bénigne. As suas colecções provêm de fundos recolhidos no século XVIII pela Academia de Dijon e depois pela Comissão des Antiquités de la Côte d`Or, criada em 1832. A intenção original era iniciar escavações arqueológicas, para preservar monumentos históricos e e o mobiliário e tesouros descobertos em locais importantes como Alésia, Vertault e Les Bolards. Instalado pela primeira vez no Hotel Rolin, agora dedicado aos Arquivos Departamentais, o museu CACO exibia principalmente elementos esculpidos. Durante o Segundo Império tornou-se o Museu das Antiguidades, sendo enriquecido pelos tesouros descobertos no Santuário das Fontes de la Seine, e fora alojado nas salas do Palácio dos Estados, junto ao Museu Municipal de Pinturas e Esculturas, atual Museu de Belas Artes.

 

Finalmente, em 1934, mudara-se para a Abadia de Saint Bénigne, prédio onde também foram preservados alguns vestígios de prestígio (casa do capítulo, esculturas e decorações). Regularmente enriquecido de acordo com as escavações realizadas ao longo dos anos, proporcionava uma verdadeira viagem pela história da Borgonha, desde a pré-história até à Idade Média. Aberto todos os dias, exceto terça-feira, de abril a outubro, quartas, sábados e domingos de novembro a março. Fechado em 1º   de janeiro, 1º de maio, 8 de maio, 14 de julho, 1º de novembro e 11, 25 de dezembro. O ingresso custava de 3 a 6 Euros.

 

Museu da vida na Velha Borgonha -

Situado em um Convento Cisterciense que remontava ao século XVII, era um museu etnológico que abrigava uma coleção com Curadoria de Perrin de Puycousin. Entre os itens apresentados estavam móveis, utensílios, roupas e artefatos da Borgonha do século XIX. O último andar da galeria exibia uma reprodução de uma rua de Dijon, enquanto o primeiro andar recria várias lojas clássicas da cidade, incluindo uma loja de brinquedos, um fabricante de chapéus e um relojoeiro, entre outros.

 

Museu de Artes Sacras – Rua Santa Ana, 17 -

Fora inaugurado em 1980 pelo Cônego Jean Marilier, na Igreja de Sainte Anne. Tinha o selo Musée de France e fora associado em 1993 ao Museu da Vida Borgonhesa Perrin Puycousin, localizado no Mosteiro vizinho. Em 1950, a cidade de Dijon comprara a Igreja de Sainte Anne para abrigar o museu em 1979. O acervo incluía esculturas, pinturas, mobiliário, mobiliário, objetos de culto católico e muitas relíquias. Nas arquibancadas, encontrava-se uma grande coleção de vestimentas religiosas, principalmente dos séculos XIX e XX.  Reunia objetos litúrgicos dos séculos XII ao XIX usados ​​no culto católico e retratava a vida de comunidades de mulheres pertencentes a diversas famílias espirituais. Havia várias obras de Jean-Baptiste Bouchardon.

 

Museu de Belas Artes - Place de la Sainte-Chapelle -

Estava localizado na ala leste do antigo Palácio dos Duques de Borgonha, desde 1787. Era um dos museus mais prestigiados da França, ostentando uma coleção impressionante e crescente de 150.000 obras de arte, distribuídas em 50 salas.  Ao visita-lo encontrará pinturas, esculturas, desenhos e obras de arte decorativas de artistas que datavam desde a Antiguidade até a era contemporânea, passando, inclusive, pelo Renascimento. Os artistas apresentados eram italianos, flamengos, suíços e alemães. Para citar alguns: Delacroix, Titian, Champaigne, Géricault, Manet e Monet; bem como artistas da Borgonha como François Rude e Jean-Baptiste Lallemand.

 

A peça central do museu era o impressionante salão do palácio. Feito em estilo gótico extravagante, do século XV, era o local onde estavam os túmulos dos Duques de Borgonha, Filipe, o Ousado, e João, o Destemido; ambos obras-primas da arte funerária medieval. A entrada era gratuita para as coleções permanentes durante o ano todo. Aproveite para visitar a Salle des Gardes, onde esses túmulos estavam em exposição!

 

Museu da Via Bourguignonne Perrin de Puycousin -

Era um museu etnológico localizado no Mosteiro Bernardino, que nascera das coleções de M. Perrin de Puycousin, um colecionador local no final do século XIX. Criado em 1929, estava localizado desde 1984 em um prédio classificado como Monumento Histórico. Associado ao Museu de Arte Sacra da igreja de Santa Ana desde a década de 1990, apresentava coleções sobre diversos temas, incluindo a herança etnográfica rural tradicional da Borgonha do final do século XIX como habitação, móveis, trajes tradicionais, comércios, ferramentas, agroalimentares e indústria, bem como o patrimônio histórico da mostarda. O visitante teria acesso ao patrimônio etnográfico rural e borgonhês, graças às reconstituições de ambientes e coleções de objetos no térreo, antes de ir ao primeiro andar para descobrir o cotidiano de Dijon do século XVIII até a Segunda Guerra Mundial.

 

Museu de História Natural e Jardim Botânico de Arquebuse -

Era o museu de história natural, localizado no Parque Arquebuse, vizinho ao Planetário Hubert Curien e ao Jardim Botânico. Fundado em 1836 pelo naturalista Léonard Nodot, e instalado num antigo Quartel com arcadas, tinha três estruturas: o pavilhão Raines que albergava as exposições temporárias, as reservas e o laboratório; o pavilhão Arquebuse que acolhia a exposição permanente sobre a biodiversidade e finalmente os anexos da Petite e da Grande Orangerie que ainda estavam disponíveis.

 

Tendo sido beneficiado com uma renovação, sua museografia fora redesenhada e modernizada, apresentando maquetes, espécimes empalhados, fósseis e moldes com o objetivo de suscitar questionamentos aos visitantes sobre as questões da biodiversidade. Por meio de projeções e ferramentas multimídia, o público jovem e o adulto eram levados a compreender a incrível riqueza e diversidade da vida, consciente de sua fragilidade. Era dada especial atenção à flora e à fauna da região.

 

Museu Nacional Magnin -   Rua dos bons meninos, 4 –

Proporcionava conhecer todo o encanto de uma coleção particular, exposta no belíssimo Hotel Lantin, do século XVII, à casa da família de Jeanne e seu irmão Maurice Magnin, amantes das artes. A combinação de pinturas, que ofereciam um vasto panorama de escolas estrangeiras (Flandres, Holanda, Itália, Grã-Bretanha...) e escolas francesas do século XVI ao XIX, esculturas, mobiliário e objetos de arte, realçava o caráter intimista deste museu muito especial, criado em 1938 e que se tornara museu nacional em 1947.

 

Reformado em 1930, o prédio do século XVII abrigava mais de 2.000 obras de pinturas e desenhos que retratavam todas as principais tendências artísticas francesas e internacionais entre os séculos XIV e XIX. Os visitantes mais exigentes poderia apreciar obras das escolas veneziana e napolitana, bem como das escolas nórdica e francesa, incluindo Pieter Lastman, Gerard de Lairesse e Eustache Le Sueur. Ao longo do ano, também oferecia visitas guiadas, exposições temáticas, concertos, palestras e oficinas de arte.

 

Museu Noisot –

Rotulado Museu da França, era um museu de Napoleão I. Construído no século XIX, se passava em meio a um agradável parque florestal e revelava a a história de Claude Noisot, Granadeiro da Guarda Imperial, pintor, inovador do vinho e criador do lugar. Plantado com pinheiros larícios da Córsega, em homenagem ao Imperador, o parque do Museu apresentava também cem degraus esculpidos na rocha das falésias que lembravam os Cem Dias, quando Napoleão I voltara ao poder em 1815.

 

A estátua de bronze feita por François Rude e nomeado Napoleão despertando para a imortalidade e representando Napoleão I acorrentado à rocha de Santa Helena também estava à mostra. O museu estava instalado na antiga casa do Guarda Parque, que era uma réplica perfeita da residência do Imperador durante seu exílio na ilha de Elba. Os visitantes poderiam descobrir memórias das guerras napoleônicas, na forma de objetos, estátuas, pinturas e outros documentos de época.

 

Museu Rude –

Era um Museu de arte localizado na Côte D`Or, situado no coração do transepto e do Coro da igreja de Saint Etienne. Dedicada à obra do escultor de Dijon, François Rude, apresentava em particular moldes muito impressionantes das suas obras monumentais. Lançado em 1947, fora originalmente criado para acomodar a fundição da Départ des Volontaires, uma escultura localizada no pé direito do Arco do Triunfo, em Paris. Com 13 metros de altura, dominava todo o museu e impressionava os visitantes. As várias obras estavam dispersas pelo prédio, nas quais também era possível descobrir os alicerces do Coro do século XI, parte da parede do castro galo-romano do século III ou alçado do século XV.

 

O Consórcio

Fundado por Xavier Douroux e Franck Gautherot, entre outros, o Le Consortium crescera de origens humildes para se tornar uma potência cultural, sendo uma visita imperdível para qualquer pessoa que visitasse Dijon. Para os apaixonados de Arte contemporânea estava ativo há 40 anos e fora rotulado Centro de Arte em 1982, este centro de arte contemporânea tinha como objetivo a produção e a exposição de obras contemporâneas, o enriquecimento do patrimônio público nesta área, a promoção, a difusão e a formação à arte bem como ao pensamento de hoje. Nomes como de Lily van der Stokker, Jean-Luc Godard, François Pompon, Rachel Feinstein, Cindy Sherman, Christian Boltanskiou e Yang Pei Ming faziam parte do acervo cultural exposto.

Túmulo de João - Destemido e Margarida da Baviera 

Palácio dos Duques de Borgonha – Rua Rameau, 1 –

Fora construído em 1366 e servira de residência para os sucessivos Duques da Borgonha. Anteriormente, era apenas uma residência anexa a uma vila galo-romana, reconstruída no século XVII como um palácio neoclássico projetado pelo arquiteto de Versalhes, Mansar. O projeto só fora concluído no século XIX. A ala oeste renovada era utilizada como espaço de escritórios, e a ala leste abrigava uma galeria de arte. Era também um dos maiores museus da França e tinha um vasto acervo de obras de arte. Era um Complexo monumental que atualmente abrigava a Prefeitura e o Museu de Belas Artes. Entre para ver a torre Philippe le Bon no centro, o pátio principal, os pátios Flora e Bar, de ambos os lados e descobrir a Capela dos Eleitos e a Sala dos Estados, se estiverem abertas. Algumas partes só poderiam ser exploradas através de visita guiada.

 

Poço de Moïse e o Convento de Champmol

No final do Século XIV, o Duque de Borgonha Philippe le Hardi mandara construir nas portas de Dijon um Convento para acomodar sua tumba e de seus descendentes. No centro do claustro estava o Poço de Moïse, uma obra-prima da escultura medieval da Borgonha.

 

Planetário Hubert Curien

Oferecia uma exposição sobre o Universo, o sistema solar e o nascimento da Terra. As exibições em 360° eram oferecidas sob uma cúpula de 10 metros de diâmetro: os filmes eram destinados ao público jovem, ou a todos os públicos e a crianças a partir de 8 anos. Os temas abrangiam, em média 35 minutos, uma viagem pelo sistema solar, as origens da vida, a viagem de Darwin, os dinossauros ao entardecer, e uma história infantil O Cego dos Olhos de Estrela, explicando o dia e a noite.

 

Praça da Liberação –

Era uma bela praça semicircular no coração do centro histórico. Abrigava fontes, estátuas e prédios importantes que datavam de muitos séculos atrás. Caminhe por essa grande praça para pedestres a fim de apreciar a atmosfera livre e as bonitas estruturas. Pare na frente do Palácio dos Duques de Borgonha, do século XIV, e admire seu design clássico. Lá também ficavam a Prefeitura e o Museu de Belas Artes. Saiba mais sobre a história régia dessa estrutura e a família que outrora o habitara.

 

Observe a estátua equestre do século XVII, de Luís XIV. A praça fora criada na mesma era, em homenagem a esse monarca de longo reinado. Ela passara por várias alterações de nome ao longo dos séculos, começando como Place Royale, seguido por Place d'Armes e Place du Maréchal-Pétain, em homenagem a um líder militar durante a Primeira Guerra Mundial. A Place de la Libération ficava ao sul da Igreja de Notre Dame, na área do centro histórico de Dijon.

 

Praça François Rude –

Esta bela praça era também conhecida como Place du Bareuza, cercada por casas em estilo enxaimel. No centro, havia uma fonte com a estátua do apanhador de uvas, conhecido como Le Bareuzai. Mas o destaque era seu belo Carrossel.

 

Rua da Coruja -

Ao caminhar pela Rua da Coruja, encontraria uma pequena escultura em relevo que adornava um dos contrafortes norte da Catedral de Notre-Dame. Ela retratava uma coruja e, há quase oito séculos, velava pelos habitantes de Dijon, a ponto de se tornar o emblema da capital da Borgonha. Acreditava-se que a pequena ave noturna teria o poder de realizar desejos se for acariciada com a mão esquerda, a mão do coração, seu desejo se tornaria realidade. Mas cuidado para não cruzar o caminho do olhar da salamandra, esculpida um pouco mais acima na parede, pois isso poderia anular o encantamento! Essa tradição era surpreendente, considerando que, antigamente, corujas eram pregadas nas portas dos celeiros para afastar o mal.

 

Rua Verrerie -

Era uma rua para pedestres, no centro histórico, oferecendo uma viagem fascinante de volta à Idade Média. Ladeada por casas de enxaimel bem preservadas que datavam do século XV, evocava a atmosfera de um bairro artesanal medieval, hoje lar de lojas de antiguidades e boutiques.

 

Torre Filipe – o bom - Praça dos Duques de Borgonha -

Construída entre 1450 e 1460, fora encomendada por Filipe, o Bom, um dos notáveis ​​Duques de Valois que reinaram durante o período medieval. Fora projetada e construída em conjunto com a residência Ducal, servindo assim como um testemunho do passado prestigiado da cidade sob o domínio dos ilustres Duques de Valois. Os planos arquitetônicos da torre foram elaborados por Jean Poncelet, um arquiteto de renome, natural de Lyon. A perícia e a visão de Poncelet garantiram que a torre não só harmonizasse com a grandiosidade do palácio, como também se erguesse como um símbolo de poder e autoridade. Ao subir até o topo da torre, os visitantes serão surpreendidos por um panorama inspirador que se estende por toda a encantadora cidade.

 

Trilha da Coruja
Era uma trilha, uma espécie de caça ao tesouro. Para seguir o caminho devia-se acompanhar as setas da coruja, plaquinhas presas ao chão pelas ruas com um desenho estilizado da ave. 22 lugares eram considerados nesse roteiro, todos alusivos à cultura e a história de Dijon. O Guia, que cobrava €4,00, fazia referência a cada uma das etapas do percurso, trazendo informações e curiosidades sobre a localidade. O circuito completo poderia ser feito em uma hora à pé, mas cada visitante poderia esticá-lo conforme seus interesses. Entre os destaques do caminho estavam a Notre Dame de Dijon, diversas construções que remetiam a Felipe, o Bravo, igrejas históricas e museus.

























 

 



Hospedagem

Aloft Marriot – $$$$ -  Place Grangier, 8 - Centro –

Dispunha de quartos com ar-condicionado, mesa de trabalho, cafeteira elétrica, geladeira, cofre, TV de HD, Wi-Fi e banheiro privativo com chuveiro. Não aceitava hóspedes fumantes, dispunha de banho turco, academia, piscina coberta, quartos para famílias e servia um bom café da manhã.

 

Holiday Inn Express - $$$ -  Rue de la Glaciere, 8 - Saint-Apollinaire –

Os quartos tinham ar-condicionado, TV de HD com Chromecast, acesso ao Wi-Fi, chaleira elétrica e banheiro privativo com box amplo, secador de cabelo e produtos de higiene pessoal gratuitos. Um buffet de café da manhã variado era servido todas as manhãs, e máquinas de venda automática de lanches e bebidas também estavam disponíveis. Tinha piscinam ao ar livre, bar, um belo terraço e estacionamento cortesia. Dispunha de quartos para famílias e para não fumantes.

 

Hotel Darcy – $$$$ - Rua da Liberdade, 8 –

Dispunha de 27 quartos para não fumantes, distribuídos em 4 andares, equipados com ar condicionado, acesso ao Wi-Fi, TV de HD, banho de chuveiro e cafeteira elétrica. Tinha um amplo estacionamento pago, que podia receber veículos RV e até ônibus. Servia um café da manhã tipo buffet.

Mama Shelter - $$$ - Rua Doutor Maret, 8 – Centro –

Era um bom hotel, situado nas proximidades da Catedral. Oferecia quartos com ar condicionado, TV de HD, Wi-Fi, banho de chuveiro e camas individuais e para casal. Tinha um restaurante, Business Center, acesso facilitado para cadeiras de rodas, estacionamento e servia um bom café matinal em estilo buffet.

 

Gastronomia

A antiga capital do Ducado de Borgonha, região importante e independente durante a Idade Média, era mundialmente conhecida por sua mostarda. A receita da mostarda de Dijon levava vinagre e fora criada em 1752. O Boeuf Bourguignon, um dos carros chefes da cozinha francesa era um prato típico da região. A carne era cozida em um molho de vinho tinto da Borgonha e servida com batatas. Outro clássico era o Escargot assado com um molho de manteiga, alho e salsa a especialidade deveria ser provada sem preconceito.

 

I Frateli – Avenida de Dallas, 10 –

As pizzas eram grandes, generosamente cobertas com ingredientes frescos e saborosos, com uma leve massa almofadada e eram deliciosas. A equipe também era muito simpática e atenciosa. Abria na segunda-feira das 18.45 às 22.00h. De terças a sábados das 11.45 às 14.00 e das 18.00 às 22.00h.

 

La Brasserie des Loges -  Praça do Teatro, 8 –

Era um belo e surpreendente bar e restaurante, com atendimento nota dez. Especialista em pratos da cozinha europeia, oferecendo deliciosas e fartas opções. Era bem recomendado para almoços ou jantares de famílias, onde crianças eram bem acolhidas e tinham um cardápio especial que incluía opções de carne de frango, peixes, hamburger, sobremesa de sorvetes ou mousse de chocolates e refrigerantes. Abria de domingo à quarta das 11.00 às 22.30h e na sexta e sábado estendia até às 24.00h.

Le Coin Cache – Place de Barbe, 2 –

Era um bonito, restaurante focado em pratos típicos da cozinha francesa e europeia em geral. Com forte demanda exigia reservas. Abria de segunda a sexta das 12.00 às 14.00h e das 19.00 às 22.00h. Atendimento nota dez!

Mulot & Petitjean – Rua da Liberdade, 16 -

Atuando há mais de 230 anos, era uma empresa familiar francesa independente. O conhecimento e os segredos da verdadeira receita do pão de mel de Dijon foram transmitidos primeiro de pai para filho, depois de pai para filha e, finalmente, de mãe para filha.

 

Fora durante a Idade Média que o pão de mel aparecera na Europa. Esse produto encantava os habitantes de castelos e conventos. Enfeitava a mesa dos Duques da Borgonha graças a Margarida de Flandres, esposa de Filipe, o Ousado, Duque da Borgonha. Ela trouxe de suas viagens o Boichet: o ancestral do pão de mel, feito com farinha de trigo. No século XX, havia nada menos que doze casas de pão de mel em Dijon. Agora era a última fábrica de pão de gengibre em Dijon. Abria das 10.00 às 12.00h e das 14.00 às 19.00. Tinha outra loja na Place Bossuet, 16 que abria de terças a sábados.

 

Pourquoi Pas! – Rua do Monge, 13 –

Era um restaurante muito bom, com menu de jantar de preço fixo a 40 Euros para dois pratos + chá / café. Mesmo com poucas opções à escolha, ainda assim os pratos do dia eram convincentes e saborosos. Abria de terças a sextas das 19.15 às 21.15. No sábado abria também das 12.00 às 13.30 e das 19.15 às 21.15. Aos domingos abria das 11.00 às 22.00h.

 

Saveur De Porto – Avenida de Langres Dijon, 22 –

Era especializado em grelhados e pratos típicos da cozinha mediterrânea além de outras deliciosas opções como queijos, salsichas e linguiças portuguesas, ovos fritos acompanhados de molho francesinha e bifes de bovinos. Abria de terças a sábados das 12.00 às 14.00h e das 19.00 às 22.00h. Aos domingos abria das 12.00 às 14.30h.

 

Hospedagem

 

Aloft Marriot – $$$$ -  Place Grangier, 8 - Centro –

Dispunha de quartos com ar-condicionado, mesa de trabalho, cafeteira elétrica, geladeira, cofre, TV de HD, Wi-Fi e banheiro privativo com chuveiro. Não aceitava hóspedes fumantes, dispunha de banho turco, academia, piscina coberta, quartos para famílias e servia um bom café da manhã.

 

Holiday Inn Express - $$$ -  Rue de la Glaciere, 8 - Saint-Apollinaire –

Os quartos tinham ar-condicionado, TV de HD com Chromecast, acesso ao Wi-Fi, chaleira elétrica e banheiro privativo com box amplo, secador de cabelo e produtos de higiene pessoal gratuitos. Um buffet de café da manhã variado era servido todas as manhãs, e máquinas de venda automática de lanches e bebidas também estavam disponíveis. Tinha piscina ao ar livre, bar, um belo terraço e estacionamento cortesia. Dispunha de quartos para famílias e para não fumantes.

 

Hotel Darcy – $$$$ - Rua da Liberdade, 8 –

Dispunha de 27 quartos para não fumantes, distribuídos em 4 andares, equipados com ar condicionado, acesso ao Wi-Fi, TV de HD, banho de chuveiro e cafeteira elétrica. Tinha um amplo estacionamento pago, que podia receber veículos RV e até ônibus. Servia um café da manhã tipo buffet.

Mama Shelter - $$$ - Rua Doutor Maret, 8 – Centro –

Era um bom hotel nas proximidades da Catedral. Oferecia quartos com ar condicionado, TV de HD, Wi-Fi, banho de chuveiro e camas individuais e para casal. Tinha um restaurante, Business Center, acesso facilitado para cadeiras de rodas, estacionamento e servia um bom café matinal em estilo buffet.

 

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