BELFAST - a terra do Titanic -
Irlanda do Norte

Criada em 1613, Belfast tornara-se a capital da Irlanda do Norte no ano da fundação do país, em 1921, após a Guerra da Independência da Irlanda, que até então era uma ilha unificada sob domínio da Coroa britânica. Com população atual de 353 mil habitantes, fora marcada por grandes eventos ao longo dos séculos, como o boom de fábricas que a tornara a cidade mais industrializada Irlanda, ou com a crise econômica que reduzira seu status na segunda metade do século XX. O elo condutor de eventos das últimas décadas do país, era a tensão histórica entre católicos e protestantes.
As tensões, brigas e mortes entre protestantes que defendiam a preservação de laços com a Grã-Bretanha e católicos que defendiam a independência total do país e a sua integração com a República da Irlanda, ocorreram ao longo de décadas, mas fora em 1960 que a situação piorara. Por mais de 30 anos, grupos paramilitares unionistas (Exército Republicano Irlandês, conhecido como IRA) e lealistas (Associação de Defesa do Ulster, conhecido como UDA) brigavam entre si em eventos que deixaram mais de 3,5 mil mortos, entre pessoas executadas e vítimas de atentados. Um acordo de paz fora selado em 1998, mas até hoje as marcas dessa divisão estavam presentes em Belfast, uma cidade de maioria católica.
Não havia mais conflitos entre católicos e protestantes desde 1990. Em dezembro de 2012, eles voltaram por causa da decisão de não mais hastear a bandeira britânica todos os dias. A partir de agora, só em datas comemorativas, decisão essa apoiada pelos católicos e abominada pelos protestantes, orgulhosos de fazerem parte do Reino Unido.
Albert Memorial Clock
Este monumento dos anos 1860 era uma torre, com um relógio e uma estátua em homenagem ao Príncipe Albert.
Black Box & Green Room - Cathedral Quarter
A Black Box era um dos principais espaços de arte e entretenimento, com uma programação que ia de shows de bandas independentes a teatro, literatura, comédia, cinema, arte visual, performances ao vivo, circo e cabaré. O espaço estava alojado em um prédio de grau II, construído em 1850. Havia também a Green Room, um bar e Café anexo à Black Box, onde as pessoas iam para saborear cervejas artesanais, petiscos e uma programação mais leve, com DJs, poesia falada ou noites de jazz. Ambos ficam no Cathedral Quarter e a entrada costumava ser gratuita, e quando havia cobrança de ingressos, os preços eram acessíveis.
Castelo -
Situado longe do centro, na Cavenhill, o passeio até o Castelo costumava ser oferecido nos tours de táxi. Fora construído no fim do século XII e continuava bem conservado. A entrada era gratuita, mas não havia muito o que ser visto do lado interno, que tinha a maioria dos quartos fechados e hoje funciona para eventos privados e casamentos. Ainda assim, se visitar o castelo, não deixe de conhecer os belos jardins e de apreciar a vista incomparável do coração da cidade.
Catedral de Santa Anne -
Poderia visitá-la por dentro, mas o grande atrativo eram os arredores da Catedral, onde o Cathedral Quarter era a principal região de vida noturna da cidade, repleto de pubs e baladas. Alguns dos mais recomendados eram Duke of York, The Dark Horse, The Harp Bar, Sunflower e The Dirty Onion.
Catedral de São Pedro
Era uma igreja católica localizada perto dos Muros da Paz. De estilo gótico, tinha belos vitrais e uma estrutura interna que valia a visita, principalmente por sua localização central. Olhar para a vizinhança da Catedral após visitar o lado protestante do muro também era uma experiência impactante, que mostrava o quanto Belfast ainda continuava dividida.
Catedral Quarter
Era uma região comercial bem movimentada e local onde encontravam-se algumas das melhores atrações da cidade. O bairro servia como local para festivais onde eram celebradas sua história e importância para a construção naval e produção de linho.
Cavehill
A vista do grande e alto pico possibilitava ver toda a cidade — e era muito utilizado para fotos e cartões postais. Os turistas gostavam do local, pois a pureza da região mostrava o respeito do país por suas origens.
Cemitério Miltown
Era o local de descanso eterno de muitos militantes republicanos do IRA, abrigava nomes famosos da história irlandesa. Seu túmulo mais conhecido relacionado aos Troubles era o de Bobby Sands, que liderara uma greve de fome dentro da prisão e morrera em 1981. Duas alas eram dedicadas aos mortos do IRA: o County Antrim Memorial Plot e a New Republican Plot. Nesses locais, era possível ver monumentos que explicam o passado do movimento. O Cemitério fora palco de uma das mais marcantes histórias dos conflitos. Em 1988, durante o enterro de membros do IRA assassinados em Gibraltar, um membro do grupo paramilitar protestante UDA matara três pessoas que participavam das homenagens e ferira outras em um ataque armado e com uma granada.
City Hall e centro histórico
O imponente prédio da Prefeitura erguido em 1906 era um dos mais destacados da cidade. Além de admirar a arquitetura externa, era possível visita-lo e conhecer os jardins onde havia um monumento em memória às vítimas do naufrágio do navio Titanic. O prédio contava com uma iluminação bastante expressiva e muda de cor em datas comemorativas. Aproveite o passeio para uma ida ao Victoria Square, e subir ao último andar onde um Domo de Vidro proporcionava uma vista 360º da cidade. Iluminado à noite, oferecia uma visão imponente com uma iluminação que mudava de cor nove vezes anualmente, em datas comemorativas. Visitas: de 2ª a 6ª feira, das 8.30 às 17.00h, com tours guiados gratuitos às 11.00, 14.00 e 15.00h. Aos sábados, o tour saia às 14.00 e 15.00h.
Crumlin Road Gaol – Crumlin Road, 55 -
Fora a casa de 25 mil presos entre os anos 1845 e 1996. Repaginada, funcionava como uma casa de eventos e também recebia visitantes para um tour sobre os horrores vividos pela Irlanda do Norte e pela população carcerária do país ao longo dos anos. Celas e túneis poderiam ser visitados durante o passeio, que tinha uma aura sombria. O passeio era sugerido para quem quisesse conhecer melhor a história dos conflitos no país, mas não era recomendado aos mais sensíveis, por conter descrições sem censura das execuções e das condições dos detentos na época. Para visitar a prisão precisaria reservar ingressos com pelo menos uma semana de antecedência. Era possível fazer a visita sem Guia, pagando cerca de 15 libras, ou fazer um tour guiado que custava cerca de 20 libras. Abria para visitas de segunda a sexta das 10.30 às 15.30h. Aos sábados e domingos das 10.00 às 16.00h.
Derry
Com algumas horas de trem ou pouco mais de uma hora de carro, se poderia chegar a outra famosa cidade da Irlanda do Norte. Derry, também conhecida como Londonderry pelos unionistas, era uma cidade cercada por muralhas do século XVII. Fora um dos pontos geográficos de maior tensão durante o período dos Troubles, fora palco do Domingo Sangrento, evento de 1972 que acabara com a morte de 13 civis durante protestos de nacionalistas e ficara eternizado na música Sunday Bloody Sunday, da banda U2. Além de monumentos em referência à divisão do país, em Derry era possível conhecer o local onde o Presidente dos Estados Unidos Bill Clinton fizera um pronunciamento para encorajar os pedidos de paz à população em 1995.
Giant’s Causeway
Apesar de nunca ter sido cenário da série, os passeios de Game of Thrones também costumavam passar pela calçada dos Gigantes, um conjunto de colunas com formato hexagonal que se encaixavam de forma que pareciam até esculpidas. O local era Patrimônio da Humanidade e já fora até mesmo capa de álbum do Led Zeppelin.
Grand Opera House
Inaugurada em dezembro de 1895, o teatro sobrevivera aos bombardeios da Segunda Guerra e do período mais intenso de conflitos religiosos do país. Além dos espetáculos que eram apresentados era possível fazer tours guiados, que possibilitavam conhecer os bastidores dessa construção secular. O teatro contava com quatro bares que ofereciam ao visitante opções de cervejas, vinhos, drinks e saborear uma tábua de frios e embutidos. Para beber, era necessário reservar um camarote com antecedência e também era necessário reservar horário para visitas.
HMS Caroline -
Era o último navio sobrevivente da Batalha da Jutlândia, a maior batalha naval da Primeira Guerra Mundial. Lançado em 1914, estivera em serviço ativo por mais de um século. Com muita história para contar, fora aberto ao público em 2016, exatamente 100 anos após esse confronto marítimo histórico. Ancorado no Titanic Quarter, o navio funcionava hoje como um museu flutuante, onde as pessoas poderiam explorar os compartimentos originais e conferir exposições interativas que mostravam como era a vida a bordo durante o período de guerra. As visitas eram organizadas por meio de oito tours diários e guiados, com horários entre 10.00 e 15.15h.
Jardim Botânico e Ulster Museu
Era um passeio dois em um. O Jardim Botânico, que contava com belos jardins, abrigava também o Ulster Museu. Era um museu bem completo, com coleções de arte, ciências naturais e história. Ficava ao lado da Queen’s University e concentrava estufas vitorianas, jardins e esculturas ao ar livre. A Palm House, uma estufa vitoriana feita de ferro e vidro, abrigava plantas e flores exóticas e era uma das partes principais. Outra atração era a Tropical Ravine, uma construção que recriava o ambiente de uma floresta úmida, com samambaias raras e espécies tropicais. Abria diariamente às 7.30h, mas o horário de fechamento variava de acordo com o dia. A entrada nos dois era gratuita.
Linen Hall Library -
Era a mais antiga da cidade, fundada em 1788, estava localizada no centro da cidade. O local era conhecido principalmente por sua coleção dedicada aos estudos regionais e à herança literária da Irlanda do Norte. O prédio atual, na Donegall Square North, datava do século XIX e tinha uma atmosfera clássica de biblioteca antiga. Havia também o aconchegante Linen Hall Café. Para quem realmente amasse literatura e fosse curioso sobre a história da Irlanda do Norte, esse era um passeio curto para incluir no roteiro.
Locações de Game of Thrones
A Irlanda do Norte fora um dos países usados para gravação da série Game of Thrones, da HBO. As Agências de Turismo ofereciam passeios que levavam a essas locações. Entre os pontos da maioria das visitas estavam os castelos de Carrickfergus, de Glenarm e de Red Bay. Os passeios também passavam pelas cavernas de Cushendun, onde, na ficção, ficavam as Terras da Tempestade, em Westeros. Também havia uma série de painéis da série às margens do Rio Lagan (o The Glass of Thrones), na área central da capital.
Mercado de São George -
Quem descesse na Estação Ferroviária Central chegaria rapidamente caminhando ao Mercado de St. George, que era uma parada obrigatória na cidade. O prédio fora construído no fim dos anos 1800. O Mercado funcionava como um mercado comum nas sextas, com variedades de frutas e peixes. Aos sábados e domingos, havia venda de artesanato, de antiguidades e de pratos típicos regionais. Aceitavam pagamentos somente em libras esterlinas.
Muros da Paz
O sinal mais marcante da divisão entre católicos e protestantes no país, continuava presente em mais de 23 km de muros altos que cortavam a cidade. Eram os Muros da Paz, a construção que fora levantada na década de 1960 como proposta de pacificar as tensões entre os dois lados. O acesso entre os dois lados era controlado por portões e os muros se tornaram uma espécie de Galeria de Arte ao ar livre. Se poderia chegar ao muro caminhando a partir da Estação de trens ou poderia contratar o passeio em um dos clássicos táxis pretos de Belfast. Um dos acessos que sugeridos para quem for caminhando para o Muro da Paz era o da N Howard Street com a Cupar Way ou pela Falls Road com a Northumberland Street.
Museu da História Republicana Irlandesa -
Um ponto importante de visita para quem chegasse em busca da história dos conflitos da Irlanda do Norte, era o Museu de História Republicana Irlandesa Eileen Hickey. Escondido atrás dos Muros da Paz, o museu era compacto, mas abrigava um enorme acervo que ilustrava o período dos Troubles (como eram chamados os conflitos).
A exposição contava com manchetes dos jornais, propagandas antigas do IRA e artefatos que foram criados pelos presos políticos dentro de cadeias. Uma das partes mais interessantes era uma réplica de uma cela da prisão de Armagh Gaol, onde Eileen Hickey, que fora membro do IRA, ficara presa. O portão e a cama da cela eram originais, segundo a organização do museu. Uma das melhores partes do museu era ser administrado com ajuda de parentes e colegas de Eileen. Alguns deles, inclusive, também foram presos.
Museu do Titanic
Sob o formato de um navio, mostrava a viagem do Titanic, luxuoso navio que naufragara em 1912, e que começara a viagem em Southampton, na Inglaterra. Fora erguido em Belfast, que no começo do século XX era casa dos Estaleiros da Harland and Wolff. A empresa fora responsável por construir o Titanic para a companhia de navegação White Star Line. O local de sua construção hoje abrigava um enorme e moderno museu que contava um pouco sobre a história do navio e era um dos principais pontos turísticos de Belfast.
Os oito andares do museu eram repletos de galerias que falavam sobre o clima de Belfast no período da construção, da inauguração do imponente Titanic e do desastre que acabara com mais de mil mortos. Entre as referências do museu estava a réplica do leme do navio e de um bote salva-vidas, como os usados pelos sobreviventes do desastre. O local também era cheio de experiências imersivas e tecnológicas que levava ao passado com ferramentas extremamente atuais. O museu cobrava entrada, que poderia ser reservada online ou comprada na hora. Com o mesmo ingresso do Titanic, era possível entrar no SS Nomadic, último navio existente da White Star Line, pensado como uma embarcação auxiliar para as maiores construções da empresa.
Museu dos Rifles Reais do Ulster – Bedford Street, 28 – segundo piso – Condado de Antrim -
Abrigava várias exposições especiais sobre a Guerra Peninsular, Egito, Índia, a mudança do uniforme de vermelho para verde limão como Royal Irish Rifles e, posteriormente, para a África do Sul. Os batalhões regulares e de serviço durante a Primeira Guerra Mundial. A mudança para Royal Ulster Rifles em 1921. As operações na Palestina pouco antes da Segunda Guerra Mundial, ambos os batalhões no Dia D até o final da Segunda Guerra Mundial. Os combates na Coreia, as operações contra a EOKA no Chipre e as operações em Bornéu. Abria às terças, quartas e quintas das 10.00 às 16.00h.
Museu Folclórico e de Transportes do Ulster – Bangor Road, 153 -
Localizado nos arredores de Belfast, fazia parte dos Museus Nacionais da Irlanda do Norte, o que o tornava também uma das principais atrações para os visitantes. Embora abrigasse dois museus diferentes, o Museu do Folclore e o Museu dos Transportes, em conjunto explorava a história da Irlanda desde o passado até o presente. O Museu Folclórico era um museu a céu aberto onde os visitantes poderiam passear por prédios antigos que retratavam a vida rural na Irlanda. Incluía habitações como casas de campo, fazendas, lojas e igrejas, muitas das quais foram coletadas em todo o país e reconstruídas aqui. Oferecia atividades regulares, como aulas de culinária em fogão a lenha e demonstrações de artesanato tradicional irlandês. Sua biblioteca continha mais de 15.000 volumes e um arquivo dos vários dialetos do Ulster.
O Museu dos Transportes explora os meios de transporte terrestres, marítimos e aéreos. Com uma das coleções de transportes mais abrangentes da Europa, onde se poderia ver locomotivas, motocicletas antigas e carros clássicos, entre muitos outros itens. Os visitantes poderiam conhecer sobre a história dos transportes da Irlanda, explorar a maior coleção ferroviária do país e visitar a exposição permanente do Titanic. Não perca a peça central, o DMC DeLorean, que ficara famoso pelo filme De Volta para o Futuro.
Museu Ulster -
Localizado ao lado do Jardim Botânico, era o maior da Irlanda do Norte, passara por uma reforma e fora reinaugurado em 2009. Moderno, bonito e com muito vidro, era um prédio arrojado, que reunia arqueologia, etnografia, história local, botânica, geologia e uma exposição de vestuário desde o período georgiano até os dias atuais. Abria de terça a domingo, das 10.00 às 17.00h. A entrada era grátis.
O Grande Peixe
Saindo do Mercado e caminhando sentido norte pela Oxford Street se chegaria ao The Big Fish. Uma escultura de um grande salmão, coberta de azulejos onde estavam pintadas imagens e textos relacionados à história da cidade e seus afins.
Os muros - Bombay Street, 11-
Havia alguns muros separando bairros católicos dos protestantes, que tinham a promessa de serem demolidos até 2023. Mas antes disso ainda havia muito o que discutir e acordar sobre tolerância, religiosa e política. Na Falls Road havia um dos mais famosos, o Guernica, que agora estampava em seu centro um Adiós, Amigo e uma pintura de Hugo Chávez. Os muros tinham pinturas que abordavam tudo, de política à economia. O conflito estava lá, em forma de grafitti e arte, como uma forma de protesto pacífico, mas também provocativo. Tinham menções até sobre a divergência entre palestinos e israelitas.
Parlamento
Os prédios do Parlamento eram construções majestosas. O local era sede para presenças da Coroa Britânica e também servira como base para reuniões durante a Segunda Guerra Mundial.
Queens Quarter
Situada ao lado do Jardim Botânico, era uma região descolada. Uma boa referência era a Botanical Avenue, com bons restaurantes e diversas opções de bares, geralmente com preços convidativos. Era uma boa referência para quem quisesse aproveitar a vida noturna.
SS Nomadic
Os irlandeses se referem ao Nomadic como she todo o tempo. A irmãzinha do Titanic era a única sobrevivente da White Star Line e aparecia toda formosa, restaurada e linda, na histórica Hamilton Dock, de frente para o Titanic Experience. Fora construída em 1911 nos Estaleiros de Belfast e tinha ¼ do tamanho do RMS Titanic, mesmos materiais e luxo e os dois foram lançados ao mar no mesmo dia. Ela levara passageiros da 1ª e 2ª classe do Cais raso, em Cherbourd, para o Titanic.
Essa fora a parte glamourosa da história dessa embarcação. Estivera em duas Guerras mundiais, voltara a transportar passageiros para navios luxuosos e servira de restaurante em Paris, durante 30 anos. Quando ia ser desmontada e virar sucata, voltara a Belfast num esforço da National Historic Ships para ser restaurada. As visitas eram de outubro a março, das 10.00 às 17.00h. De abril a setembro, das 10.00 às 1.008h. Abria de 3ª a domingo. Cobravam ingresso.
Titanic Experience
Chamado de Titanic Experience e não Titanic Museu, esse grandioso tributo ao navio era uma atração espetacular, reunindo nove Galerias instaladas em nove andares. Tinha camarotes da 1ª classe, vídeo com o lançamento do navio, bote salva-vidas, as plantas do navio, a última foto antes do desastre, um tour com vídeo em 3 telas gigantescas desde os porões até o deck superior e mais a vida no início do século XX, os cartazes da White Star Line. Abria à visitas de outubro a março, das 10.00 às 17.00h. De abril a setembro, das 9.00 às 19.00h. Aberto todos os dias. Cobravam ingresso.
The MAC -
Uma das atrações do Catedral Quarter, o The Mac - Metropolitan Arts Centre Belfast - era um lugar para quem gostasse de música, teatro, arte e dança. Inaugurado em 2012, era um dos principais centros de arte contemporânea da cidade, com Galerias de Arte, teatros, espaços de performance, estúdios e até uma Cafeteria. Os eventos que acontecem variavam de festas e baladas à espetáculos de ilusionistas e documentários experimentais. A entrada era gratuita para as exposições de arte, mas se quiser assistir uma peça ou concerto, havia cobrança de ingresso.
Uma cicatriz da segunda guerra
A cidade fora fortemente bombardeada pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Cerca de 900 pessoas morreram na cidade devido a ataques aéreos na primavera de 1941 e mais de 50 mil construções foram destruídas. O rastro de destruição não era visível para quem visitasse Belfast mais de 80 anos depois desses ataques, mas havia um ponto da cidade que faziam questão de preservar uma pequena janela como parte dessa história.
No centro, o antigo prédio do jornal Telegraph preservava uma coluna que fora parcialmente destruída pelos bombardeios. Nela, era possível ver o impacto das explosões na pedra. Mesmo com os severos danos causados ao prédio, o jornal fora publicado sem interrupções. O prédio ficava na Library Street, esquina com a Royal Avenue. A coluna ficava bem abaixo do nome Telegraph, do lado direito da entrada do prédio.
Waterfront
O Museu do Titanic ficava bem em frente ao Rio Lagan, perto da sua saída para o mar. Todo esse pedaço na beira do rio era uma área agradável de circular, chamada de Waterfront. Além de uma caminhada gostosa, por ali também se poderia ver o Glass of Thrones e encontrar restaurantes, Cafés, centros culturais e muito mais.
Onde comer
Brights Restaurant - High Street, 23 -
Sua localização central criava uma atmosfera boa e agradável. Servia um ótimo café da manhã e refeições muito bem elaboradas e em porções que surpreendiam. O atendimento era excelente! Abria de segundas às quartas-feiras e aos sábados das 9.00 às 17.30h. às quintas e sextas estendia até às 20.00h.
Chez Mal Belfast - Victoria Street, 34/38 –
Servia Café da manhã, almoço, jantar e brunches. Destaque para os pratos à base de carnes de cordeiro, frango e suínos. As porções eram grandes e muito bem preparadas. As sobremesas também muito boas e servidas em generosas porções. Abria diariamente das 12.00 às 14.30h e das 17.00 ás 21.00h. às sextas, sábados e domingos abria das 12.00 às 16.00h e das 17.00 às 21.00h.
Feito em Belfast - Talbot Street, 25 -
O interior funk do Made in Belfast refletia-se no menu de coquetéis e na reluzente e até meio folclórica decoração. No cardápio aparecia as opções de peixes que eram temperados em molho de gim. As carnes eram servidas no espaço externo onde eram preparadas à gosto do cliente. Era uma ótima recomendação para um agradável jantar.
Hadskis - Hill Street e Donegal, 33 -
Situado no coração do Bairro da Catedral, era um restaurante chique e elegante e o menu incluía um belo risoto de ervilhas e molho pesto, junto a uma picanha grelhada. Oferecia algumas mesas ao ar livre e junto ao bar.
McHugs - Queens Square, 29 -
Era considerado um dos melhores restaurantes. Instalado no prédio mais antigo da cidade, o espaço exalava tradição num ambiente casual e acolhedor. O menu apresentava pratos clássicos da culinária da Irlanda do Norte, sendo o Boxty a estrela do cardápio, assim como o Fish and Chips.
Paper Cul Coffe - Queens Road Titanic Quarter –
Seu interior era leve e arrojado, decoração e mobiliário bonitos e muitas opções de assentos, era um ótimo Café para relaxar. Servia café da manhã, almoço e brunch com opções para a turma vegetariana e sem glúten. A comida era da culinária britânica e tinha acesso ao Wi-Fi, mesas ao ar livre e acesso para cadeirantes. Abria de segunda a sábado das 9.00 às 16.00 e no domingo encerrava às 17.00h.
Stock Kitchen e Bar - Oxford Street 1o piso – St. George's Market –
Instalado na parte de cima do Mercado, aproveitava as melhores ofertas do dia para preparar o cardápio. Os frutos do mar e pescados eram os principais pratos além de grelhados ao ponto, alguns pratos típicos da cozinha local, uma boa oferta de cervejas, vinhos e coquetéis. Abria de quarta a sábado das 9.30 às 21.30; na quinta abria a partir das 17.00h e no domingo das 9.30 às 16.00h.
Onde dormir
Clayton Hotel Belfast City - $$$$ - Ormeau Avenue, 22 -
Dispunha de quartos com ar-condicionado, mesa auxiliar, chaleira elétrica, cofre, acesso ao Wi-Fi, TV de HD e banheiro privativo com chuveiro e banheira. O café da manhã tinha opções em estilo buffet, inglês/irlandês completo ou vegetariano. Tinha um bom restaurante e quartos para famílias.
Leonardo Hotel - Great Victoria Street -
Estava localizado ao lado da Prefeitura da Ópera House. Oferecia quartos espaçosos com TV de HD, camas Dream, acesso ao Wi-Fi, banho com chuveiro, ar condicionado, unidades para não fumantes e para PNEs. Tinha restaurante e servia um ótimo café matinal. Esta unidade fazia parte da rede hoteleira Leonardo, espalhada pela Europa.
Tara Lodge – $$$$ - Cromwell Road, 36 - Botanic Avenue -
Oferecia camas superconfortáveis e limpeza impecável, dotados de TV de HD, acesso ao Wi-Fi, chaleira elétrica, banho com chuveiro e banheira. O café da manhã era excelente, com opções quentes à la carte. Tinha estacionamento cortesia, quartos para não fumantes e para pessoas com deficiência.
The Flint Hotel - $$$$ - Howard Street, 48 –
Os quartos dispunham de ar-condicionado, Smart TV, acesso ao Wi-Fi, lava-louças, forno, chaleira elétrica, banho com chuveiro, produtos de higiene pessoal cortesia e mesa auxiliar. Tinha um bom restaurante, bar, estacionamento, quartos para não fumantes e para PNEs.
