LIVORNO - A marítima da Toscana - Itália
Conhecida como Nova Veneza, era uma antiga cidade portuária localizada no litoral da Toscana. Atualmente era uma boa base de apoio para quem visitava a Toscana e pretendia conhecer o litoral e as cidades de Pisa e Lucca. Originalmente fora uma aldeia à beira do antigo e desaparecido porto Pisano, a cidade passara mais tarde para o domínio dos Visconti e dos genoveses antes de ser comprada por Florença no século XV. Livorno fora objeto de importantes desenvolvimentos quando Cosme I de Médici decidira torná-la o principal porto do Grão-Ducado.
O projeto de renovação fora confiado a Buontalenti, a quem se devia a configuração da cidade fortificada do centro histórico e a construção da Fortaleza Nova, erguida a uma curta distância da Fortaleza Velha. A cidade sofrera fortes bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial, que pouparam muito pouco o núcleo central. A reconstrução do pós-guerra mudara significativamente a aparência da Cidade Velha, apesar dos esforços para preservar o valor estético do bairro de Veneza Nova, do século XVIII, e que hoje poderia ser considerado o verdadeiro centro histórico. O nome do bairro viera de seus canais, que o ligavam ao porto e o tornavam semelhante a uma pequena Veneza. A cidade conhecera uma grande movimentação artística e cultural entre os séculos XIX e XX, dando origem a figuras como Pietro Mascagni, Giovanni Fattori, Amedeo Modigliani e Leonetto Cappiello. Era um destino turístico muito apreciado, devido às várias praias da Costa Etrusca que serpenteavam da cidade para o sul.
Referências históricas e turísticas
Aquário de Livorno –
Instalado junto as terraço Mascagni, convidava a explorar as maravilhas do mar Mediterrâneo e dos oceanos através dos seus tanques que abrigavam 1700 animais de 300 espécies diferentes. Poderia ver tubarões, peixes borboleta, palhaços e bandeira; cavalos marinhos, medusas, répteis e anfíbios, aprender mais sobre os chamados peixes pobres, aprofundar os conhecimentos sobre a ecologia do mar e as atividades do centro de recuperação e reabilitação de tartarugas marinhas.
No piso térreo, os organismos marinhos poderiam ser vistos através de um túnel onde se mergulhava no fundo do mar, e em tanques temáticos, como o dedicado às tartarugas verdes ou às algas, as macroalgas que chegavam a formar verdadeiras florestas, um habitat ideal para muitas espécies diferentes. No tanque tátil, uma representação de dois fundos marinhos arenosos diferentes, se poderia conhecer sobre a extraordinária capacidade de camuflagem de peixes como raias e pregados que mudavam sua cor de acordo com a cor do fundo marinho. No primeiro andar encontrava-se o espaço dedicado a répteis e anfíbios: a partir deste espaço tinha-se acesso ao terraço panorâmico.
Bairro Venezia Nuova
Era um dos bairros que ficavam no centro histórico, e que levava este nome pela sua semelhança com os canais de Veneza. Os canais foram construídos artificialmente, e tinham como objetivo facilitar o transporte de mercadorias do porto até o mercado central e às indústrias, e também até regiões mais longínquas, como a cidade de Pisa. Os canais percorriam diversas partes do centro histórico e era possível fazer passeios de barco. Durante o mês de agosto ocorria o Festival Effetto Venezzia, com espetáculos musicais, teatrais, com muitas barracas que vendiam comida de rua.
Catedral de São Francesco –
Conhecida também como o Duomo, ficava na Via Grande, e era a principal igreja católica da cidade. Era originalmente, do século XVI, e ficava em uma das extremidades da muralha. Porém, após os bombardeamentos da Segunda Guerra Mundial precisara ser quase toda reconstruída. Dos quatro altares laterais originais, restaram apenas dois. A fachada da igreja preservava sua estrutura anterior de mármore, sendo suas laterais de tijolo. Em seu interior, algumas pinturas que foram salvas do bombardeio decoravam a parte superior da igreja. Havia vários altares em mármore, incluindo também a Capela do Santíssimo Sacramento.
Fortaleza Nova
Era a segunda Fortaleza da cidade, e apesar do nome, tivera sua construção logo após a criação da Fortaleza Velha. Mantinha o formato poligonal e era possível visitá-la gratuitamente. Embora não tivesse muitas atrações, era possível caminhar entre suas muralhas e também visitar uma pequena praça, onde havia alguns food-trucks.
Fortaleza Velha
Construída pela Dinastia Medici, era do século XVI. Continha um Palácio, que fora destruído durante a Segunda Guerra Mundial. No século XVIII, deixara seu caráter defensivo e passara a ser um Colégio Militar. Hoje, restavam poucas partes da Fortaleza, como por exemplo, parte da muralha e a torre, que poderiam ser vistas à partir do cais do Porto.
Igreja de Santa Catarina – Piazza do Domenicani, 2 –
A cúpula da Igreja de Santa Catarina erguia-se sobre o bairro de Venezia Nuova, tornando-a imediatamente reconhecível no perfil da cidade. Fora construída ao longo de mais de um século: as obras começaram na primeira metade do século XVIII, segundo um projeto de Giovanni Del Fantasia, e só foram concluídas em 1869. A fachada rústica contrastava com o interior, que se abria para um espaço octogonal harmonioso, embelezado com mármore e decorações das capelas iluminadas pelas luzes vindas das janelas.
Entre as principais obras de arte abrigadas, destacava-se o retábulo de Vasari que representava a Coroação da Virgem, uma obra tardia do artista de Arezzo, doada à igreja em 1818. A cúpula fora pintada com frescos por Cesare Maffei, na segunda metade do século XIX, com as figuras dos Quatro Evangelistas e cenas da vida da Virgem. A obra abrange 1.500 m2 e demorara mais de 15 anos para ser concluída.
Igreja de São Ferdinando – Vialle Caprera, 43 –
Fora edificada entre 1704 e 1714 em uma concepção de Giovan Battista Foggini e, em consequência do dano sofrido durante a Segunda Guerra Mundial, fora amplamente restaurada. Consistia em um único espaço abobadado e se desenvolvera em capelas. Tinha uma cúpula apoiada por pilares de ordem composta e em seu interior existiam vários elementos decorativos de paredes e tetos, mármores e esculturas. Uma série de obras do escultor de Carrara, Giovanni Baratta, era muito valiosa, como as esculturas de São Ludovico, Rei da França; São Edward, Rei da Inglaterra; São Henry, Rei da Alemanha e São Ferdinand, Rei de Castela, e o oval alivia que representava esperança, fé, justiça, temperança, prudência e os mármores que mostravam um anjo libertando dois escravos.
Mercado Central - Mercato delle Vettovaglie -
Ficava ao lado de onde fora o fosso da Fortaleza medieval, e que hoje era um dos canais de Venezia Nuova. Este canal era o que permitia que produtos vindos do porto chegassem rapidamente para venda. O mercado começara a ser construído no início do século XX, após a unificação da Itália, quando a cidade perdera o seu status de duty free, o que levara à falência de diversas indústrias. Para tentar renascer a economia da cidade, iniciara-se a construção deste Mercado, com inspiração na arquitetura francesa. Dividido em 3 seções, era enorme, e tinha vários detalhes arquitetônicos, como pinturas e esculturas.
Monumento Quatro Mori – Piazza Giuseppe Micheli – Porto
Considerado um símbolo da cidade, era não só uma referência ao sofrimento humano, mas também uma impressionante obra de arte. Fora construído para lembrar aos visitantes que chegavam pelo mar, da autoridade do Grão-duque. A estátua de Fernando I de Médici, fundador de Livorno e Grão-Duque da Toscana, de 1587 a 1609, ficava no centro do monumento e fora criada em 1599 pelo escultor Giovanni Bandini.
Em 1626, quatro estátuas de bronze de Mouros acorrentados à base do pedestal foram adicionadas ao monumento por Pietro Tacca. Observe as expressões e posturas dessas figuras, que sugeriam sofrimento e angústia causados pela escravidão. Constava que Tacca visitara a prisão nas proximidades e selecionara prisioneiros para atuarem como modelos. Observe a base do monumento, que originalmente estava ornamentada com decorações militares, troféus e emblemas da Berbéria. Quando as tropas napoleônicas deixaram a cidade em 1799, levaram esses ornamentos. Os museus franceses procuraram muito por esses objetos, mas eles permaneciam desaparecidos até hoje.
Afirmavam que Tacca planejara instalar dois grandes chafarizes representando criaturas marinhas, em cada lado do monumento. Entretanto, Cosme II de Médici, o sucessor do Grão-duque Fernando I, decidira trazê-las para Florença. Os chafarizes ainda estavam na Piazza da Santíssima Annunziata, considerada a praça mais bonita de Florença.
Museu da Cidade – Piazza del Luogo Pio, 19 -
Instalado no prédio Bottini dell'Olio, exibia obras de arte, fotografias e descobertas arqueológicas em espaçosas salas com tetos abobadados. A coleção contava a história de como este porto crescera e se transformara ao longo do tempo. O local fora originalmente um armazém de óleo do século XVIII antes de ser transformado em museu.
A coleção exibia pertences pessoais de Garibaldi e impressos satíricos que mostravam como as pessoas viam a política e a sociedade. Esses objetos refletiam como o porto moldara a identidade e a vida cotidiana da cidade. Ficava no bairro Le Venezia e era fácil de alcançar. Os visitantes devem planejar sua visita de acordo com o horário de funcionamento regular e observar que certos dias poderiam ter acesso limitado. A coleção continha três cabeças falsas de Modigliani, criadas em 1984 como parte de um famoso incidente em Livorno. Abria de terça a domingo das 10.00 às 19.00h.
Museu Cívico Geovani Fattori - Via San Jacopo In Acquaviva, 65 –
Situado no belo contexto do século XIX da Villa Mimbelli e em seu exuberante parque de inspiração romântica, o museu abrigava uma magnífica coleção de obras , principalmente pinturas dos mais importantes artistas de Livorno e da Toscana que atuaram de meados do século XIX até a década de 1940. De Enrico Pollastrini, um artista romântico de estilo acadêmico, às grandes obras de Giovanni Fattori e outros representantes dos movimentos Macchiaioli e pós-Macchiaioli. Descubra nas pinturas dos artistas que amaram e viveram na cidade todos os elementos que, como a luz, a tornavam tão única e autêntica.
Museu de História Natural do Mediterrâneo – Via Roma, 234 -
Estava localizado dentro da Villa Henderson, uma antiga residência do século XVIII que fazia parte de um Complexo com cerca de 7.000m2. Era uma fascinante viagem pela natureza do Mediterrâneo, dividida em diferentes estruturas imersas num amplo parque ao estilo inglês que, entre fontes e árvores centenárias, incluía uma sala do mar , um centro de exposições , uma sala de invertebrados, um jardim botânico, uma sala dedicada a exposições temporárias e uma bela biblioteca científica.
Logo ao entrar, será recebido com uma surpresa: a Sala do Mar, uma arquitetura que lembrava a forma de um grande cetáceo, dentro da qual se mergulharia em um verdadeiro hino à imensidão das profundezas. O destaque era o impressionante esqueleto de uma baleia com cerca de 20 metros. Era uma criatura majestosa, suspensa como se estivesse em voo, colocada no centro de uma grande sala onde, em meio a pradarias marinhas e cavernas subaquáticas, poderá admirar alguns grandes dioramas que reproduziam os habitats de diversas espécies marinhas: cetáceos, golfinhos-nariz-de-garrafa, tartarugas, peixes, aves e criaturas típicas do Mediterrâneo, como a foca-monge.
Dentro do centro de exposições, que também incluía um grande auditório e um fascinante Planetário, se mergulharia nas etapas da evolução humana e na história do território, por meio de um percurso com moldes, cenários e artefatos das montanhas de Livorno. Igualmente interessantes eram as salas dedicadas ao voo natural, à anatomia comparada e à zoologia de vertebrados. Durante a visita, conheça a sala dos invertebrados, um prédio localizado na parte de trás da Villa, que oferecia um percurso expositivo duplo: o primeiro dedicado aos invertebrados marinhos e o segundo aos artrópodes terrestres.
Orla e Porto
Caminhar pela orla saindo próximo do Porto e indo em direção à Terrazza Mascagni era um ótimo passeio!! No caminho havia alguns quiosques que vendiam camarão e frutos do mar fritos, e onde muitos residentes iam ao final da tarde para um aperitívo. A caminhada até a Terrazza levava cerca de 30 minutos, mas poderia ser feita também de bike ou patinete pelas ciclovias bem demarcadas.
Praias
A cidade não tinha muitas praias próximas, mesmo porque as praias não eram de areia, mas somente de pedra. A mais próxima delas era a que ficava ao lado do Aquário, porém, era uma praia privativa, a qual era preciso pagar pelo guarda-sol e pela cadeira de praia.
Santuario da Madona de Montenero – Piazza de Montenero
Consta que em 1345, a Virgem Maria aparecera a um Pastor, que a conduzira ao Monte Nero, um refúgio de bandidos. Os bandidos perceberam o erro de seus caminhos e construíram uma capela na montanha. Logo peregrinos começaram a chegar e a capela fora ampliada em etapas, atingindo sua forma atual em 1774. Salas e corredores ao redor abrigavam uma fascinante coleção de 20.000 ex-votos históricos agradecendo à Virgem pelos milagres. A melhor época para visitar era no dia 8 de setembro, durante a Festa da Madonna. Para chegar de transporte público, pegue o ônibus da LAM Rosso para Montenero, a cada 10 a 20 minutos e desça no ponto final, na Piazza delle Carrozze, em Montenero Basso. De lá, pegue o Funicular histórico até o Santuário.
Shopping Fonte de Coralo
Este shopping era bem maior do que o Porta a Mare, e ficava a cerca 15 minutos a pé da Estação Ferroviária Central. A caminhada até lá não era das melhores, pois as calçadas eram um pouco estreitas. Ainda assim, tratando-se de um bom Shopping, valia conhece-lo.
Shopping Porta a Mare - Via Furio Diaz, 3 -
Estava localizado na orla, entre o Porto e a Terrazza Mascagni, no local onde havia uma antiga fábrica. Embora não fosse grande, tinha básico, algumas lanchonetes, restaurantes, lojas de roupas em geral e uma que se destacava e que se situava anexo ao Shopping: Primark.
Terraço Mascagni – Vialle Itália
Era o Miradouro e um dos lugares simbólicos da cidade e de seu passeio marítimo, construído em 1925 sobre as ruínas da antiga estrutura do Forte do Cavalleggeri, abandonado no século anterior. O hipnótico tabuleiro de xadrez de azulejos pretos e brancos perscruta o mar, apoiado numa elegante balaustrada adornada com 400 colunas. A obra era completada por um gazebo para concertos em estilo neoclássico e impressionava pelo equilíbrio particular entre o estilo liberty e as geometrias rígidas e secas. Tinha um gazebo muito bonito, em estilo neoclássico e onde ocorriam apresentações musicais.
Torre da Meloria
Era um Farol na Costa perto de Livorno, com sua seção superior pintada de amarelo e inferior de preto para melhor visibilidade. Ficava sobre quatro pilares quadrados conectados por arcos góticos que possibilitavam as ondas passarem durante fortes ondas. Fora construído em 1709 sob Cosimo III de Medici e substituíra estruturas anteriores do século XII que foram destruídas por tempestades. Representava séculos de tradições náuticas ao longo da costa toscana. Funcionava com energia solar e emitia um sinal luminoso visível de aproximadamente 18 km de distância.
Veneza Nova
Era um raro exemplo de um bairro comercial do século XVII construído inteiramente sobre a água, um dos poucos na Europa a ter preservado a maior parte de seus vestígios urbanos e arquitetônicos intactos. Entre uma ilha construída e outra, refazendo os fossi (antigos fossos defensivos) por onde as mercadorias fluíam para dentro e para fora do porto, rodeado pelos antigos palácios erguidos entre as duas Fortalezas Medici, de Livorno – a Fortezza Vecchia e a Fortezza Nuova. O nível do mar era, sem dúvida, a melhor perspectiva para admirar Veneza. Inúmeros passeios de barco pelos canais partiam diariamente dos seus Cais.
Via Grande e Praça da República
A Via Grande era a principal rua de compras, possuindo colunas cobertas, semelhantes às de Bologna. O piso era todo de mármore e estava passando por um processo de restauração. Tinha algumas lojas de grifes, restaurantes e Cafés. No início da Via Grande estava a Piazza da República, uma grande praça retangular, com duas esculturas ao centro: uma do Duque Fernando III e outra do Duque Leopoldo II. Na extremidade oposta, já à beira-mar, havia outra praça importante, a Piazza Giuseppe Micheli, onde estava o Monumento aos Quatro Mouros. Era um monumento que tinha ao centro uma estátua do Rei Ferdinando I e em sua base estavam quatro escravos, representando a vitória do Rei sobre os otomanos. A obra impressionava pelo realismo com que foram esculpidos os escravos.
Villa Mimbelli - Via San Jacopo In Acquaviva, 65 -
Ao visitá-la no térreo e no primeiro andar, conectados por uma bela escadaria com balaustrada de cerâmica, terá a oportunidade de acessar uma série de salas e salões espaçosos que mantinham o estilo do século XIX intacto. A sala vermelha, a sala turca, a sala mourisca, a sala dos espelhos, a sala negra, a sala de fumantes: todas belas e diferentes entre si, todas decoradas com afrescos, mobiliário e cortinas muito bem preservadas. Aqui poderá admirar obras de alguns dos mais importantes artistas de Livorno, como Enrico Pollastrini , Guglielmo Micheli , Ulvi Liegi , Oscar Ghiglia , Giovanni Bartolena e Mario Puccini .
O segundo andar era dedicado principalmente às grandes obras de Giovanni Fattori e de outros artistas pertencentes às escolas Macchiaioli e Divisionista, ativas entre os séculos XIX e XX: Cabianca , Lega , Signorini , Boldini , Tommasi , Gordigiani , Corcos , Cappiello , Grubicy de Dragon , Nomellini , Previati , Cecconi , Benvenuti e outros. Ainda dentro do parque, o Complexo Museológico incluia a estrutura dos Granai di Villa Mimbelli : um espaço de exposições que acolhia mostras temporárias e prêmios de arte como o Prêmio Combat , um importante evento anual para a promoção de artistas emergentes a nível nacional.
Onde dormir
Hotel Gennarino - $$$ - Viale Italia, 301 -
Estava instalado em uma elegante Villa elegante em estilo Art Nouveau, do início do Século XX ao lado da Academia Naval, e as praias ficavam a 10 minutos a pé. Os quartos tinham de ar-condicionado, Wi-Fi e TV de HD via satélite. Tinha quartos para famílias e para PNEs. Dispunha de estacionamento privativo, serviço de Bar e oferecia um bom café da manhã. Tinha um ponto de ônibus regular bem em frente ao hotel que servia para ir à Estação Ferroviária e ao bairro Rione Venezia.
Hotel Gran Duca - $$$$ - Piazza Micheli, 16 –
Dispunha de 80 quartos e suítes confortáveis e elegantes com ar condicionado, frigobar, TV de HD, camas grandes, banho privativo e quartos para não fumantes. Tinha Bar, restaurante especializado em frutos do mar, estacionamento próprio e serviço de translados. Servia um bom café matinal.
Hotel Universal - $$$ - Viale Antignano, 4 -
Localizado à beira-mar e a 5 km do Aquário, os quartos incluíam ar-condicionado, frigobar, acesso ao Wi-Fi, TV de HD e banheiro privativo com amenidades de banho de cortesia. Dispunha de quartos para famílias, para pessoas com deficiência, piscina ao ar livre, estacionamento e servia um ótimo café da manhã.
Modi Hotel - $$$ - Via Buontalenti, 57 –
Dispunha de quartos com ar-condicionado, acesso ao Wi-Fi, mesa auxiliar, chaleira/cafeteira elétrica, frigobar, cofre, TV de HD e banheiro privativo. Tinha bar, terraço, quartos para famílias e para PNEs. Servia um café estilo buffet italiano.
Onde comer
Chez Hugo - Scali del Monte Pio, 35 –
Estava localizado no bairro de Venezia Nuova junto ao Canal. Servia pratos típicos da cozinha italiana com ênfase nas pizzas, onde a Luca era preparada com molho de tomate, fiordilatte, groviera, pepperoni, bacon, salsicha picada, cogumelos, azeitonas pretas, e a Saporita - com fiordilatte, pepperoni, gorgonzola, mel e nozes. Abria diariamente das 12.00às 15.00h e das 19.00 até às 24.00h.
Elaboratorio Culinario - Viale Caprera, 25 –
Era um restaurante um pouco estranho, incomum e excelente. Oferecia bons vinhos, bom serviço! Destaque para os Zinzini – pequenas porções de tapas em diversos sabores; Experimente o Spiedo di Mare e os crudos que também eram muito bons. Um ambiente pequeno e convidativo. Abria de segunda a sexta das 19.30 às 23.00, no sábado das 12.00 às 15.00 e das 19.45 às 23.00h. No domingo encerrava as 22.30h.
4 AMICI - Via Dei Lanzi, 11 –
Era recomendado em especial para vegetarianos e veganos para o café da manhã, almoço e o brunch. Era também uma bela Confeitaria. Abria diariamente das 7.30 às 19.30. Fechava no domingo.
Porto di Mare – Viale Itália, 89 –
Como o próprio nome afirmava: frutos do mar era seu forte. Era um belo restaurante muito bem localizado. Tinha um pequeno jardim no quintal onde se poderia saborear uma bela refeição acompanhada de um vinho recomendado pelo Chef. Era muito concorrido e para o jantar recomendavam fazer reserva. Abria diariamente das 12.00 às 15.00h e das 18.30 às 23.00h.
Trattoria Da Galileo - Via della Campana, 20/22 -
O destaque de seu cardápio era o prato Caciucco, uma tradicional sopa de peixes. Também serviam vários pratos da culinária italiana e bons vinhos europeus. Antes de encerrar a conta peça um sorbetto e um ponche, um café especial acompanhado de rum local. Abria diariamente das 12.00 às 14.30 e das 20.00 às 23.00h. Menos na quarta-feira, que era descanso da companhia. No domingo funcionava das 12.00 às 14.30h.


