PALMA de MAIORCA - Espanha
Palma era uma cidade, capital da província das Ilhas Baleares e comunidade autônoma da Espanha, e a oitava maior cidade do país, estava localizada no Mediterrâneo Ocidental. A cidade ficava na Costa sudoeste da ilha de Maiorca, no centro da baía de Palma, com 16 km de largura. Pouco se sabia sobre Palma antes de 123 a.C. quando os romanos conquistaram Maiorca, tornando o arquipélago uma Província romana. Atacada pelos vândalos no século V, tornara-se parte do Império Bizantino um século depois. No século VIII, caíra sob o domínio árabe e, em 1229, fora conquistada por Jaime I, de Aragão. Com sua morte, Palma tornara-se independente, mas fora novamente incorporada a Aragão por Pedro IV, no século XIV. Passara a fazer parte da Monarquia espanhola, em 1469, com o casamento de Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela.
O centro histórico apresentava muitas casas residenciais admiráveis, construídas entre os séculos XVI e XVIII. Entre os prédios históricos, destacavam-se a Catedral gótica, o Castelo de Bellver, situado na colina de Belver, La Lonja, antiga Bolsa de Valores, hoje um museu; o Palácio de Almudaina, antiga residência da Dinastia Árabe e atual Quartel do Capitão General, o Consulado do Mar, o Palácio Episcopal e a Prefeitura, que abrigava os arquivos do antigo Reino de Maiorca.
Como chegar via aérea
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O Aeroporto de Son Sant Jon ficava a 8km da cidade:
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Serviços regulares de ônibus (linhas A1, A2 e 34) e serviços de táxi para a cidade e o porto (A1);
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Conexões diretas com várias cidades europeias em trajetos de aproximadamente duas horas;
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Tinha voos diretos para as principais cidades do país.
Circulando em ônibus
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Existia uma rede de ônibus para se deslocar por toda a cidade, percorrer os pontos de maior interesse turístico e chegar até as praias de Palma;
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As linhas urbanas funcionavam normalmente entre as 6.00 e às 23.00h, embora algumas, como a que ia para o Aeroporto, também funcionava quase toda a madrugada;
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Existia uma linha de ônibus noturnos que circulava pelas principais áreas da cidade.
As referências históricas e turísticas
Almazenes El Aguila – Plaza do Marquês de Palmer, 2 –
Era uma loja de departamentos que fazia parte da Rota Modernista de Palma. Era um prédio projetado por Gaspar Benàzar e Jaume Alenyà, em 1908. Sua função comercial exigira a adoção de soluções adequadas para maximizar o espaço e a iluminação interna. Nesse sentido, o uso do ferro era particularmente notável, tanto na estrutura do térreo compartilhada com a Can Forteza-Rey, que permitia maior aproveitamento do espaço, quanto nos elementos decorativos. O resultado era uma fachada com grandes aberturas chamativas que permitiam a entrada abundante de luz natural. O prédio incorporava elementos modernistas do estilo vienense. O motivo central do prédio, um arco semicircular, seu tratamento ornamental e o elemento de coroamento remetiam à Estação de Metrô Karlsplatz, de Viena, projetada pelo arquiteto Otto Wagner, um pioneiro do movimento secessionista vienense.
Bairro de Santa Catalina
Era um dos bairros mais modernos da cidade e uma antiga zona piscatória localizada entre o Paseo Marítimo e o Museu de Arte Moderna e Contemporânea Es Baluard. Suas casas tradicionais eram caracterizadas por fachadas coloridas, venezianas de madeira ao estilo maiorquino e elementos decorativos da época. Apesar da preservação da arquitetura tradicional, por trás dessas fachadas existia uma mistura de diversos comércios. Caminhe até a Rua da Indústria para ver os moinhos de vento ou ir ao Mercado de Santa Catalina para encontrar os melhores produtos locais.
Bairro Judeu
Um dos lugares que ainda conservava sua essência era o antigo bairro judeu da cidade, conhecido como El Call , onde vivia uma comunidade de cerca de 5.000 judeus. As ruas Sòl, Montesión, del Vent, Torre de l'Amor e Seminari Vell ainda preservavam um interessante legado dessa comunidade tradicionalmente discriminada e perseguida. No século XV, os judeus foram expulsos da cidade ou receberam ordens para se converterem ao cristianismo, embora alguns deles tenham continuado a manter seus costumes em segredo e continuar vivendo na cidade.
Banhos Árabes
Um dos tesouros escondidos de Palma eram os banhos árabes localizados no beco de Can Serra e faziam parte de uma residência particular. Eram as construções mais bem preservadas do período islâmico e um dos poucos testemunhos da arquitetura mourisca da cidade que sobreviveram. Após atravessar o portal em arco de ferradura, entrava-se numa sala quadrada central, rodeada por 12 colunas e uma cúpula semiesférica, destinada aos banhos termais. As visitas diárias eram das 9.30 às 20.00h.
Can Forteza Rey - Plaza do Marquês de Palmer, 1 –
Era um belo e exótico prédio projetado pelo ourives Luís Forteza-Rey, em 1909, era um exemplo impressionante do movimento modernista Art Nouveau. O prédio de cinco andares exibia decorações altamente estilizadas em sua fachada e interior, apresentando intrincados mosaicos de azulejos quebrados, madeira, ferro, vidro e elementos de cerâmica. Ao contrário de outros prédios em Palma, o estilo artístico se estendia além do exterior, alcançando também os espaços internos. Era uma das referências históricas e turística mais fotografada.
Castelo de Bellver
Localizado a 3 km do centro histórico, era um lindo castelo com planta em formato circular, a 112 metros do nível do mar. Proporcionava vistas panorâmicas da cidade, do porto, da baía e da serra. Fora erguido no início do século XIV e utilizado como prisão militar durante muito tempo, inclusive no século passado, quando muitos espanhóis estavam sendo perseguidos por sua lealdade e apoio ao regime republicano na Guerra Civil Espanhola. Hoje, abrigava o Museu de História da cidade e era um ponto turístico aberto de terça-feira a domingo. A maneira mais confortável de chegar era de ônibus turístico, que parava na entrada do castelo. O horário de visitação era de terça a sábado, das 10.00 às 19.00h, e aos domingos, das 10.00 às 15.00h. Em 2024, o ingresso custava 4 Euros.
Catedral de Santa Maria
Era um dos lugares mais emblemáticos da cidade, também conhecida como La Seu. Em estilo gótico levantino fora construída em 1229 mas fora reformada entre 1903 e 1915 por Antonio Gaudí, considerado até hoje o maior expoente do Modernismo, arquiteto da Sagrada Família de Barcelona. Era considerado o templo religioso mais importante das Ilhas Baleares. Destacava-se por suas dimensões enormes, com uma abóbada que atingia 45 metros de altura. Em seu interior, encontrava-se a maior rosácea gótica do mundo, com 13 metros de diâmetro, e uma grande quantidade de vitrais que inundavam a Catedral de luz e cores.
Segundo a lenda, o Rei Jaime I prometera construir esta Catedral em honra de Santa Maria, por ter sobrevivido a uma grande tempestade durante a sua viagem à ilha de Maiorca. Após a conquista, o Rei da Coroa de Aragão mandara demolir uma antiga Mesquita para construir este templo. Fechava aos domingos.
Centro Histórico
Era um belo programa circular pelo centro histórico que, em espanhol era conhecido como Casco Antiguo. Com suas ruelas, prédios cheios de charme, Cafés, lojinhas e sorveterias, era também onde ficavam os principais pontos turísticos. Caminhe sem pressa sobre as muralhas da Fortaleza e programe-se para apreciar um lindo pôr do sol. Aproveite para visitar a Plaça de Cort, onde ficavam a Prefeitura, uma oliveira milenar e um cheiro de amêndoas que brotava da porta de alguma loja de doces. Ali havia sorveterias, hotéis e restaurantes, dentre os quais destacava-se o Casa Julio.
Consulado do Mar – Carrer de La Lotja, 3 -
Datando do século XIV, fora inicialmente estabelecido como um Tribunal marítimo, sob a Coroa de Aragão. Sua principal função era supervisionar disputas marítimas e comerciais, atuando como um Tribunal para mercadores e marinheiros. A instituição fora modelada a partir de Tribunais Consulares, semelhantes em cidades marítimas italianas, sendo Barcelona a primeira na Coroa de Aragão a estabelecer tal Tribunal em 1258.
Em 1326, o Rei Jaime III concedera a criação do Consulado do Mar para Maiorca, que inicialmente seguia os costumes marítimos de Barcelona. Em 1343, o Rei Pedro IV reestruturara o Consulado para que se assemelhasse ao de Valência, consolidando ainda mais a sua importância na região. Sua jurisdição abrangia a ilha de Maiorca, enquanto Menorca e Ibiza estavam sob a autoridade dos bailios Reais.
Fundação Pilar e Juan Miró Maiorca – Calle Joan de Saridakis, 29 –
O acervo do museu era composto principalmente pelas numerosas obras doadas pelo próprio artista, procedentes dos quatro ateliês que possuía em Maiorca. As peças da coleção incluíam principalmente pinturas, desenhos e obras gráficas, entre outros materiais. Também era conservado um importante acervo documental, e nos jardins podiam ser admiradas algumas das esculturas de Miró. O prédio onde estava instalada a Fundação, era um projeto do arquiteto espanhol Rafael Moneo. Desde 1956 até sua morte, em 1983, Joan Miró fixara residência na ilha de Maiorca, onde desenvolvera um abundante trabalho criativo.
La Lontja – Plaza de La Lotja, 5 -
Era um dos prédios civis mais bonitos da ilha. Sua construção fora iniciada por Guillem Sagrera, em 1426. O prédio tinha planta retangular. O interior era formado por uma única cobertura com abóbada em cruz, apoiada em colunas helicoidais. Um jardim a separava do Consulado do Mar, a atual sede do Governo autônomo, um belo prédio de estilo renascentista bem marcado. Abria para visitas de abril a outubro das 10.30 às 13.30h e de novembro a março das 10.30 às 13.30h e das 16.00 às 18.00h.
Mercado de Olivar
Para os amantes da gastronomia, oferecia uma excelente oportunidade de experimentar produtos locais, como queijos, presuntos crus, aves, carnes, peixes, frutas e frutos do mar frescos. Funcionava desde 1951 e abrigava mais de 20 bares e restaurantes. Era uma ótima opção para almoçar.
Museu de Arte Moderna e Contemporânea (Es Baluard)
O museu inaugurado em 2004 estava instalado em uma antiga Fortaleza militar - o Baluard de Sant Pere - que datava do século XVI e fazia parte da muralha renascentista que circundava a cidade. A coleção da Fundação Es Baluard era composta por pinturas, esculturas, cerâmicas e desenhos de artistas que surgiram desde o final do século XIX: Cézanne, Gauguin, Picasso, Miró, Picabia, Magritte, Giacometti, Motherwell, Tàpies, até artistas mais recentes como Horn, Plessi, Polke, Kiefer, Schnabel, Barceló e Scully.
Havia também exemplos notáveis de paisagens catalãs e mediterrâneas, e de artistas que direta ou indiretamente estiveram associados às Ilhas Baleares: S. Rusiñol, J. Mir, A. Gelabert, H. Anglada-Camarasa, J. Or MH Mompó Ramis, entre outros. Ocupava uma área total de 5.027 m² com 2.500 m² de espaço expositivo. Abrigava uma das maiores cisternas do século XVII, conhecida como O Aljub. Este reservatório de água doce era utilizado para abastecer o bairro de Sant Pére, bem como os navios que atracavam no porto.
Museu e Fundação Juan March – Carrer de São Miguel, 11 -
O acervo procedia fundamentalmente da coleção iniciada pela Fundação Juan March, em 1973. A coleção permanente mostrava obras de arte espanhola do século XX, com peças dos artistas representativos das primeiras vanguardas como Picasso, Miró, Dalí e Juan Gris. Também incluÍa trabalhos que se enquadravam nas correntes inovadoras de meados do século, assim como obras de gerações mais recentes. Promovia exposições temporárias para exibir o trabalho artístico de autores contemporâneos nacionais e internacionais.
Museu Es Baluard – Plaza da Porta de Santa Catarina, 10 -
Era o Museu de Arte Moderna e Contemporânea Es Baluard, estava localizado na antiga muralha defensiva da cidade. Possuía uma coleção de mais de 700 obras de arte, uma verdadeira joia arquitetônica que abrigava pinturas e esculturas de artistas como Joan Miró, Picasso e Miquel Barceló. Também abriga exposições temporárias, atividades culturais e ciclos educativos e de formação nos antigos Reservatórios de água. Estava aberto de terça à sábado, das 10.00 às 20.00h, e aos domingos, das 10.00 às 15.00h. Os ingressos custavam 6€, exceto às sextas-feiras, em que poderia pagar o quanto quiser (mínimo de 0,1€), ou se for de bicicleta, pagava apenas 2€. Oferecia entrada gratuita em algumas datas do ano.
Museu Palau March – Calle Palau Reial, 18 -
Era um palácio histórico que abrigava a coleção de arte da Fundação Bartolomé March Servera, com esculturas contemporâneas de Rodin, Moore instaladas nos pátios, e uma impressionante Cena Napolitana do século VXIII e uma Sala do Livro, com manuscritos e cartas náuticas, um verdadeiro tesouro cultural no coração da cidade. Oferecia uma mistura de arte moderna, história e vistas deslumbrantes, com obras de artistas como Dalí, Miró e Picasso na sua coleção permanente e exposições temporárias. Seus destaques:
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Arquitetura - O próprio palácio, construído entre 1939 e 1945, era uma obra de arte arquitetônica;
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Arte Moderna - O museu também exibia obras de arte do século XX de artistas espanhóis, como Dalí, Miró, Picasso, e Juan Gris;
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Belém Napolitano - Um presépio do século XVIII com mais de mil figuras pintadas e vestidas, uma peça central da coleção;
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Coleção de Esculturas: Obras de artistas renomados como Auguste Rodin, Eduardo Chillida e Henry Moore espalhadas pelos pátios e terraços;
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Sala do Livro - Manuscritos, incunábulos, códices e uma coleção única de cartas náuticas medievais;
Localização e Visitação
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Local - Ficava no centro histórico de Palma, perto da Catedral e do Palácio da Almudaina, em Carrer de Sant Miquel, 11 ;
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Horário – Abria de segunda a sexta, das 10.00 às 18.30h, e sábados pela manhã.
Palácio Real de la Almudaina
Situado em frente à Catedral o Palácio Real de la Almudaina, ainda hoje era a residência oficial do Rei e da Rainha da Espanha, durante suas estadas em Maiorca no período de verão. O castelo fora construído no início do século XIV, entre 1305 e 1314, durante o reinado de Jaime II. Tinha quartos em estilo medieval, objetos Reais, a capela de Santa Ana e as antigas casas de banho.
Abria para visitação de terça a domingo, com ou sem Guia. Havia a possibilidade de entrar de graça às quartas-feiras e aos domingos, entre 15.00 e 17.00h, mediante a apresentação de um documento. Aproveite para visitar o L'Hort del Rei, os jardins Reais localizados nos fundos do prédio, junto à Avenida d'Antoni Maura. Atravessando as muralhas, chegava-se ao S'Hort del Rei, que dava acesso aos diferentes aposentos dos Reis e às áreas comuns, decoradas com mobiliário, pinturas e tapeçarias da época. No terraço, podia-se desfrutar de vistas únicas para o mar, com o Castelo de Bellver ao fundo.
Parque do Mar
Era um belíssimo parque urbano situado aos pés das muralhas medievais e da Catedral de Palma. Era um passeio amplo, com canteiros de flores, palmeiras e um majestoso espelho d'água. Ali na margem, nas noites de verão, não era incomum ver artistas de rua atraindo a audiência com sua música. Antigamente, o mar chegava até a Catedral, mas a área no entorno fora aterrada para a construção da Rodovia Llevant, e o laguinho do parque de certa forma fazia o papel do mar. Era o cenário escolhido para as principais festas e eventos anuais, como o Sant Joan, a Fiesta del Flexas, o Beer Palma e o Cinema a la Fresca.
Passeio do Born
Conectava-se à Avenida de Jaime III, era considerada a Avenida elegante da cidade, reunindo algumas das marcas de luxo mais conhecidas do mundo.
Plaça de Cort –
Esta pequena e encantadora praça localizada no coração da cidade, era famosa pela antiga oliveira, que se erguia no centro. Seu nome era porque ali que se reunia a Corte feudal. A Prefeitura dominava a praça, construída entre 1649 e 1680 pelos arquitetos locais Pere Bauçá, Miquel Oliver e Bartomeu Calafat, e sua fachada era decorada com elementos maneiristas e barrocos.
No centro da Plaça Cort encontrava-se a famosa Oliveira de Cort, árvore de seiscentos anos que fora transportada para Palma desde a propriedade Pedruixella Petit, em Pollença, em 1989, como símbolo da paz. A oliveira que tinha 7 metros de altura era muito popular entre os visitantes, que tentavam encontrar rostos no seu tronco, incluindo uma orelha, a Orelha de Maiorca. Existiam alguns bares e Cafés ao redor da praça, com terraços que se estendiam pela Praça, além de uma sorveteria, a Giovanni's.
Plaza Mayor
Era o coração histórico e social da cidade, criada no antigo Convento de São Felipe Neri. Era um vibrante centro de comércio, reunindo bares, Cafés, Galerias de Arte, restaurantes e lojas de artesanatos. Era ponto de conexão com as Calles Colón e São Miguel e também local para a exibição de artistas de ruas e malabaristas.
Sa Llotja – Plaza de La Lodja, 5 -
Era um dos prédios mais bonitos da cidade, no centro da cidade. Fora construído em 1426 como ponto de encontro e de negócios para mercadores, devido à grande atividade do porto da cidade naquela época. Seu interior era composto por três naves de mesma altura, separadas por seis colunas helicoidais sem capitéis. Esse modelo fora posteriormente imitado no Mercado de Valência, na igreja de Santiago de Villena e na base das torres de San Giorgio do Castel Nuovo, em Nápoles. O espaço costumava receber diferentes exposições ao longo do ano e estava aberto de terça a domingo das 10.30 às 13.30 e das 17.30 às 21.00h.
S'Hort del Rei - Jardins - Avenida Antoni Maura, 18 -
Situado ao lado do Palácio Real era também conhecido como Jardins do Rei . Embora antes fosse acessível apenas à Família Real, os jardins foram remodelados na década de 1960 com base nos jardins tradicionais da Andaluzia e se tornaram um espaço público. Destacavam-se a entrada em arco muçulmano sobre o lago e três esculturas de Llorenç Rosselló, Josep María Subirachs e Alexander Calder.
Hospedagem
Eurostars Marivent - $$$$ - Dina Moore, 6 - Cala Major -
Os quartos espaçosos e climatizados tinham um terraço privativo. Havia um terraço para banhos de sol com um bar junto à piscina. Tinha serviço de café da manhã, uma Cafeteria e um bar que servia ótimos lanches. Tinha piscina externa sazonal e acesso ao Wi-Fi.
Hotel Almudaina - $$$$ - Avenida Jaime III, 9 –
Situado no centro histórico tinha um amplo terraço na cobertura e um Sky Bar com vistas da cidade e do porto. Os quartos eram espaçoso e dispunham de Wi-Fi, TV HD, e ar condicionado. Servia um bom café matinal.
Hotel Palladium - $$$$ - Paseo Mallorca, 40
Localizado perto da Avenida Jaime III, a principal rua comercial de Palma, oferecia quartos modernos com ar-condicionado, vista para a cidade e Wi-Fi. Todos os quartos tinham TV HD via satélite e alguns dispunham de varanda privativa. Existia um bar que servia bebidas até às 22.00h. Estacionamento coberto gratuito para bicicletas, equipado com câmeras de segurança, estava disponível para uso exclusivo dos hóspedes.
Hotel Palma Bellver - $$$$ - Paseo Marítimo, 11 -
Era administrado pela tradicional Rede Meliá, estava situado à beira-mar com vistas para a Baía de Palma e para a Marina. Oferecia acesso gratuito à academia e à piscina externa. Os quartos eram bem iluminados e tinham terraço privativo. Tinham ar condicionado no verão e aquecimento no inverno. Acesso Wi-Fi estava disponível. O restaurante Marítimo oferecia um ótimo buffet de café da manhã no próprio restaurante, além de serviço à la carte no almoço e, dependendo da época do ano, buffet ou serviço à la carte no jantar. A Vermutería Casa Anís, estava localizada no lobby. O centro de Palma ficava a 15 minutos à pé do hotel.
Nou Baleares $$$$ - Plaza de las Colunas s/n
Todos os quartos tinham TV HD com canais via satélite e banheiro privativo, ar condicionado e acesso ao Wi-Fi. Servia um ótimo café da manhã continental.
Onde comer
La Vaca Olivia – Avinguda de Joan Miró, 322 –
Era um agradável e bonito restaurante especializado em grelhados e alguns pratos da cozinha latina. Abria diariamente das 13.00 às 16.00h e das 19.00 às 23.30h.
Ópera Maritim – Carrer de Monsenhor Palmer, 2 – Ponent
Era um belo e moderno restaurante especializado em pratos da cozinha italiana e europeia em geral. Muito bem recomendado pelos residentes. Abria diariamente das 13.00 às 23.30h. Excelente atendimento.
Panaderia S'estacio - Carrer do Sindicato, 66 –
Era um Café e padaria que dispunha de áreas de estar interna e externa; Chamava a atenção o piso de vidro no interior onde se poderia assistir os padeiros trabalhando no porão. As empanadas eram excelentes e os croissants e as ensaimadas também. Abria diariamente das 7.00 às 21.00h.
Pizzeria Los Dos Hermanos – Carrer Reina Maria Cristina, 61 Bajo
Instalada em ambiente agradável e bonito, servia excelentes pizzas com destaque para as chamadas picante. Também oferecia várias opções de sobremesas. O atendimento era atencioso e os preços também eram normais.
Restaurante Napule – Calle Gabriel Roca, 23 –
Especializado na culinária italiana, com destaque para as excelentes pizzas e os frutos do mar. Abria diariamente das 12.30 às 16.30 e das 18.30 às 23.30h. Atendimento quase familiar...


