




LIÉGE - A Cidade Espelho - Bélgica
Era uma bela cidade situada ao longo do Rio Meuse na região francófona da Valônia, na Bélgica, e era há muito um movimentado centro comercial e cultural. A Cidade Velha estava repleta de pontos de referência que datavam da era medieval, inclusive a Igreja Colegiada de São Bartolomeu, construída em estilo românico. O Grand Curtius Museu albergava tesouros arqueológicos e arte numa mansão do século XVII, enquanto a Ópera Real da Valônia apresentava espetáculo de óperas desde 1820.
Liège era conhecida como um dos centros culturais e artísticos mais importantes da Bélgica. E o lar de um dos principais times de futebol do país, o Standard Liège. Curta os mercados ao ar livre, os festivais e uma vida noturna bastante movimentada nesta grande cidade aos pés das Montanhas Ardenas, próxima às fronteiras com a Alemanha e a Holanda.
Como chegar à Liège
A maioria dos turistas chegavam na Bélgica pelo Aeroporto de Bruxelas e logo pegavam um trem expresso com conexão nos Terminais de Bruxelas Norte ou Bruxelas Midi seguindo direto ao Terminal de Liége-Guillemins. A partir daí era só pegar um ônibus ao centro ou um táxi direto ao hotel reservado.
O que fazer
Aproveite a vida noturna da cidade circulando pela região de Le Carré. Passeie pelo cruzamento de três ruas repleto de bares e discotecas no centro da cidade. Suba os 374 degraus que levavam ao topo da Montagne de Bueren e aprecie a impressionante vista panorâmica da cidade. Aproveite para visitar alguns dos melhores museus do país e encantar-se com seus belos parques.
Referências históricas e turísticas
A Cidade Espelho
Situada no coração de Liège, La Cité Miroir era um notável centro cultural que harmonizava a história com a modernidade. Originalmente construída como uma piscina olímpica na década de 1930, esta joia arquitetônica passara por uma transformação impressionante desde o seu encerramento em 2000, tornando-se um vibrante centro para exposições, apresentações e encontros comunitários. A renovação preservara seu charme histórico, ao mesmo tempo que criava espaços dinâmicos para a expressão artística e o diálogo.
Archeoforum
Instalado sob a movimentada Praça Saint-Lambert, o Archeoforum era um cativante Complexo subterrâneo que o levava a uma jornada pela rica história de Liège. Com uma impressionante área de 3.725 m2, este espaço arqueológico exibia vestígios de várias épocas, incluindo ruínas romanas e medievais. Ao explorar suas profundezas, encontrará exposições interpretativas fascinantes e ainda terá a opção de aprimorar sua visita com tours baseados em iPad.
Bairro Outremeuse
Era um bairro vibrante e encantador, conhecido por suas ricas tradições culinárias e um ambiente animado. Aqui, poderia saborear especialidades locais como o farto potee ou a salada liégeoise, deliciosos boulets-frites e boudin blanc grelhado. Não perca o único queijo Herve ou o doce stron d'poye – um delicioso queijo branco regado com xarope de Liège. Este antigo bairro, uma ilha rodeada pelo Mosa, é rico em património com contrastes marcantes.
O escritor Georges Simenon, natural do local, não se enganara ao torna-lo como cenário de vários de seus romances. A estátua de Tchantchès, o herói rebelde de Outremeuse, recebia os visitantes à entrada deste bairro acolhedor. Descubra a rue Roture, e do outro lado da rue Puits-en-Socks, as ruelles des Récollets, Beauregard. Havia estacionamento público (pague o bilhete com atenção e não se arrisque a utilizar os lugares reservados aos residentes locais, custava 80€!)
Belvedere
localizado perto da Montagne de Bueren, oferecia uma deslumbrante vista panorâmica da cidade. Era também um local perfeito para relaxar e apreciar o pôr do sol enquanto contemplava a bela paisagem. Aos visitantes recomendavam levar bebidas, pois não havia oferta nas proximidades.
Câmara Municipal
Conhecida como Hôtel de Ville, era uma deslumbrante joia arquitetônica que despertava a atenção no coração da praça principal da cidade. A sua grandeza e elegância tornavam-na uma visita obrigatória para qualquer visitante. Para quem desejasse experimentar a sua beleza no auge, era recomendada uma visita noturna, quando o prédio era muito bem iluminado por holofotes vermelhos, criando um espetáculo cativante contra o céu noturno.
Catedral de São Paulo
Construída no século X e reconstruída nos séculos XII até XV, fora reformada no século XIX. Era uma das mais bonitas igrejas da cidade. Abrigava notáveis estátuas de Jean Delcour, incluindo uma de São Paulo, bem como o precioso relicário de Carlos - o Temerário, em seu Tesouro. Os visitantes também podem explorar o aconchegante jardim verde e a galeria nas dependências, e admirar a obra-prima da estátua de Lúcifer. A entrada é franca, mas o acesso a algumas partes e os tours guiados eram cobrados. As visitas eram das 8.00 às 17.00h.
Cittadelle
Fora uma colina que se sobrepunha à cidade e a paisagem circundante. Ainda assim, as vistas da Cidadela eram maravilhosas durante o nascer e o pôr do sol. Era um local escondido numa colina no centro histórico e onde se poderia circular em caminhos de paralelepípedos e escadas.
Comedie en Ile
Era um encantador teatro que oferece aos frequentadores a oportunidade de desfrutar tanto de espetáculos quanto de bebidas num ambiente acolhedor com mesas. No entanto, o serviço neste estabelecimento não era tão rápido quanto deveria, pois o espetáculo só começaria depois que todos fossem servidos, o que às vezes poderia resultar em atrasos para o espetáculo.
Cour Saint Antoine
Era uma joia escondida no coração da Cidade Velha, muitas vezes negligenciada pelos turistas, mas apreciada pelos locais. Ao passear pelo caminho de paralelepípedos, chegaria a um pátio sereno, adornado com vegetação exuberante e uma impressionante escultura central que ligava de forma intrigante uma Pirâmide Maia a um Obelisco Egípcio. Os prédios circundantes apresentavam colunas elegantes em seus limiares, convidando os visitantes a frequentar este espaço tranquilo.
Estação Liège-Guillemins
Uma das Estações Ferroviária com arquitetura mais moderna da Europa, bem diferente de outras grandes cidades da Bélgica que conseguiram manter os prédios antigos e torná-los operacionais com reformas. A Estação Guillemins tivera que ser reconstruída praticamente toda para a adequação dos trens de alta velocidade. O design da estação com os arcos de aço, o concreto branco e bastante vidro é do arquiteto espanhol Santiago Calatrava. Era uma área mais moderna, com avenidas largas e hotéis de rede — menos charme histórico, mas logística imbatível. De Guillemins para o centro histórico dava para ir de ônibus, táxi ou até a pé (uma caminhada razoável).
Forte da Chartreuse
localizado no bairro Amercoeur, estava abandonado há mais de 20 anos e ainda assim tornara-se um local imperdível para entusiastas de arte de rua e exploradores urbanos. A área era adornada com grafites cativantes, tornando-o um destino popular para visitantes. Apesar de estar coberto de vegetação, o Forte proporcionava uma experiência incrível para aqueles que se atreviam a entrar.
Igreja de São Bartolomeu
A Igreja Colegiada de São Bartolomeu, datada do século XI, apresentava uma impressionante fachada vermelha e ocasionalmente realizava concertos de carrilhão. As tonalidades brancas e castanhas da igreja, juntamente com suas torres gêmeas coroadas com galo de vento, conferiam-lhe uma aparência pitoresca que lembrava uma vila modelo. Abrigava uma arte mosan, exemplar do vale do Mosa, e apresenta uma pia batismal que remontava ao século XII.
Igreja de São Denis
Esta impressionante igreja, consagrada em 990, oferecia aos visitantes um refúgio sereno da agitada vida urbana. Embora o seu exterior possa parecer discreto à primeira vista, ao entrar revela-se uma mistura inspiradora de estilos arquitetônicos que refletiam séculos de história e arte. A atmosfera tranquila convida à contemplação e à apreciação do seu notável patrimônio.
Igreja de São Jacques
Fundada em 1015 pelo Bispo Baldrick II, esta deslumbrante igreja fora originalmente parte de uma Abadia Beneditina e mais tarde tornara-se uma das sete igrejas colegiadas da cidade, após a demolição da Igreja de São Pedro. Com seu impressionante estilo gótico flamboyant, os visitantes poderiam admirar estátuas requintadas esculpidas por Jean del Cour e explorar os intricados misericordianos, do século XIV, que adornavam seu interior. Fora do horário das missas ficava aberta ao público para visitação. Algumas partes mais antigas necessitavam solicitação para serem acessadas e, assim como os tours guiados, estavam sujeitas a cobrança de ingresso.
Igreja de São João
A Colegiada de São João instalada na Ilha de Liège era uma deslumbrante igreja católica. Seus claustros eram belos, com uma rica história e arquitetura que cativava os visitantes. Embora precisasse de restauração, continuava a ser um lugar lindo para visitar para orar ou se reunir com a família durante o Natal.
Jardim Botânico
Criado em 1840, este encantador Complexo de estufas exibia uma impressionante variedade de plantas de todo o mundo, incluindo orquídeas deslumbrantes e fascinantes espécies carnívoras. O design do jardim apresentava estruturas intrincadas de ferro e vidro, que datavam do século XIX, criando uma atmosfera única que remetia a uma era passada.
La Boverie
Era um belo parque situado à beira do rio e onde abrigava o Museu de Belas-artes. Era um renomado museu de arte instalado no antigo Palácio das Belas Artes, que fora originalmente construído para a sede da Exposição Internacional de Liège, de 1905. O museu tinha uma coleção diversificada de mais de 700 pinturas francesas e belgas, datadas a partir da década de 1850, apresentando obras de artistas proeminentes como Emile Claus e Paul Gauguin.
Le Carré
Era uma rua estreita, onde não passavam carros, era cheia de lojas, Cafés, casas, bares e restaurantes. Precisava ser visitada para se ter uma ideia de como era a vida cotidiana em Liège, tanto de dia quanto à noite. Ficava perto da Catedral e era um ícone histórico para a cidade. Um bom lugar para comprar algumas lembranças da viagem, chocolates, comer batata frita e tomar umas cerveja.
Le Forum
Era um magnífico centro cultural localizado no coração da cidade. Abrigava uma ampla variedade de eventos, incluindo teatro, concertos, óperas e balé. O grande salão tinha uma acústica excelente e proporcionava uma atmosfera vibrante para os visitantes desfrutarem. Com quase 100 anos não era apenas historicamente bonito, mas também servia como um excepcional local para concertos.
Mercado La Batte
Era o mercado de rua dominical mais antigo e longo da Bélgica, localizado às margens do Rio Meuse. Acontecia todos os domingos ao longo das pitorescas margens do Rio Mosa, abrange mais de 1,5 quilômetros e oferecia uma variedade de produtos locais como frutas, vegetais e queijos até livros, plantas e roupas.
Montanha de Bueren
A escadaria era uma das mais famosas do mundo e um dos principais pontos turísticos da cidade, ligando a região de Hors-Château à região da Citadel, eram duas áreas que valia conhecer. Durante ocasiões comemorativas os degraus eram enfeitados com velas e flores, tornando o caminho ainda mais bonito. O caminho da Montagne de Bueren era cheio de casinhas, uma colada na outra, que eram residências particulares. A área de Hors-Château também era residencial e tinha alguns comércios. Já a Citadel de Liège não existia mais, apenas alguns muros e monumentos juntos do bosque com uma trilha para caminhadas.
Museu Aquarium
Oferecia uma extensa exibição de vida marinha, com mais de 150 espécies em 50 tanques, incluindo tubarões. Apresentava uma coleção diversificada de espécimes preservados de todo o mundo, que iam desde insetos até grandes mamíferos, como gorilas e rinocerontes. Os visitantes poderiam admirar o esqueleto de 19 metros de uma baleia de nadadeira e explorar exposições sobre a evolução da vida marinha e a história natural.
Museu Curtius
Era uma belíssima mansão do século XVII, restaurada e transformada em museu. Nos últimos anos, uma prática muito comum em diversas grandes cidades da Europa fora a fusão de pequenos museus concentrados em um maior e mais organizado espaço. Esse era o caso do Le Grand Curtius, como também era conhecido. No seu interior estavam expostas coleções de arte religiosa, arte decorativa, armas e objetos arqueológicos. E também arte conhecida como Mosan art, que era um estilo específico produzido no Vale do Rio Meuse. Inaugurado em março de 2009 após extensas renovações, ocupava uma deslumbrante mansão originalmente construída para Jean de Corte, um rico comerciante de armas. Era dividido em várias áreas, permitindo visitar os diferentes departamentos de acordo com seus interesses. As exposições abrangiam a grande história de Liège, desde a pré-história até o início do século XX. Para os apaixonados pela história das armas, o museu era muito abrangente. Fechava às terças-feiras, mas abria todos os demais dias das 10.00 às 18.00h.
Museu da Vida Vallone
Era um museu muito especial da cidade, dedicado a retratar como era a vida na Valônia antiga. Embora o prédio do museu fosse do século XIII, a exposição era do século XIX e seguia até os dias de hoje. Organizada por temas, a mostra exemplificava situações do dia a dia dos moradores do sul da Bélgica; a vida espiritual e religiosa, as evoluções tecnológicas, convivência em comunidade e coisas do tipo.
Tinha uma impressionante coleção que incluía um desenho de Vincent Van Gogh, bem como mais de 1400 obras em papel, dos séculos XVI e XIX. Os visitantes também poderiam desfrutar de tradicionais espetáculos de marionetes, apresentados pelo Théâtre des Marionettes, proporcionando uma visão do humor local e da importância histórica. Oferecia entrada gratuita no primeiro domingo do mês. Os visitantes poderiam desfrutar de entrada gratuita no primeiro domingo de cada mês e explorar o restaurante Claustro até às 14.00h ou o Bar até às 18.00h. Impressionava a Museu do Lixo urbano.
Museu dos Transportes Públicos na Valônia
Criado em 1985, oferecia uma exibição fascinante de veículos de transporte público, que abrangiam diferentes períodos históricos. Os visitantes poderiam explorar uma variedade de exposições, incluindo ônibus, bondes elétricos, trólebus, locomotivas a vapor e carruagens puxadas por cavalos. Apesar de seu tamanho modesto, dispunha de funcionários que falavam inglês e guias de áudio para uma experiência enriquecedora.
Museu Trantches
Ao visitá-lo ficará fascinado pela história de Ludwig van Beethoven. As exposições internas ofereciam um relato fascinante de sua vida e música. Também era um ótimo lugar para conhecer um pouco mais sobre a história belga. Era um lugar mágico, titereiros fabulosos e uma recepção maravilhosa!
Museu Trinkhall
Instalado no Parque Avroy, era um pequeno museu que exibia uma impressionante coleção de obras de arte criadas por artistas com deficiência intelectual. Os visitantes poderiam explorar as coleções permanentes e as exposições temporárias, enquanto desfrutam do Café no local. Os entusiastas da história poderiam imergir no Grande Museu Curtis, que abrigava 7.000 anos de artefatos regionais e internacionais, incluindo um Museu de Armas.
Fora inaugurado em 2020 para abrigar um acervo de obras realizadas em oficinas de arteterapia por artistas em situações de fragilidade (cognitiva, psicossocial, etc.) Também poderia encontrar obras de artistas belgas que trabalharam nessas oficinas, como André Delvigne ou Pierre Alechensky. Ao contrário da arte outsider, que era produto de artistas autodidatas, as obras aqui apresentadas eram todas produzidas no âmbito de oficinas, o que não prejudicava as criações, todas fascinantes e de grande interesse. Uma pequena livraria junto ao Caixa continha preciosidades de livros para crianças e adultos sobre arte e criação contemporânea. Tinha um bom restaurante.
Museu Wittert ULiége
Acomodado nas asas históricas da Universidade, era um tesouro para os entusiastas da arte, com uma impressionante coleção de mais de 65.000 obras. Este encantador museu passara por uma transformação em 2018, aprimorando seus espaços de exposição e introduzindo nova sinalização para melhor apresentar suas diversas ofertas. Os visitantes poderiam explorar exibições semipermanentes como Maravilhas e Curiosidades das Coleções de Arte, ao lado de exposições temporárias rotativas que destacavam vários temas artísticos e visita autoguiada gratuita. Visita guiada paga.
Ópera Real da Valônia
Fundada em 1967 e renovada em 1818, a Companhia de Ópera usava o prédio do Théâtre Royal, construído no século XIX, com mais de 1.000 lugares. Veja óperas clássicas de Verdi e Puccini. Admire as cadeiras forradas em veludo vermelho, os balcões dourados e o piso de madeira desse belo e imponente teatro. uma renomada casa de ópera situada em um belo edifício renovado de 1818.
Outremeuse
Era a ilha no Rio Meuse, bairro operário tradicional e com uma identidade local super forte, era o berço do folclore da cidade e da figura do Tchantchès. Não era uma área turística agradável, mas era o cotidiano real dos habitantes da cidade.
Palácio dos Príncipes Evêques
Era um prédio de fachada longa e imponente, situado no Centro Histórico, na Praça Saint-Lambert. Sediava o Tribunal de Justiça em uma parte e na outra a sede do Governo Provincial. A parte frontal do prédio poderia ser apreciada por quem passava pela praça; já o pátio interior era fechado ao público, exceto em ocasiões especiais.
Parque d`Avroy
Era um espaçoso parque localizado no centro da cidade, proporcionando um refúgio tranquilo da agitada atmosfera urbana. Dispunha de um parque infantil, um charmoso lago e amplas áreas verdes ideais para piqueniques e relaxamento. A proximidade do parque com o rio era uma excelente escolha para os entusiastas do ciclismo.
Parque e Museu La Boverie
No ano de 1874 fora construído um parque público chamado Parc de la Boverie. O local rapidamente se tornara uma atração favorita dos locais e mais tarde de visitantes que buscavam o que fazer em Liège. Em 1905 um Museu de Arte fora instalado no parque. O Museu das Belas Artes, como era chamado hoje, abrigava dentre suas coleções arte da Valônia, peças importantes de arte de Liège, quadros da chamada “arte degenerada” que haviam sido confiscados pelo Governo alemão durante a Segunda Guerra Mundial e alguns exemplares da era de ouro dos quadrinhos belgas. Hoje em dia esse lugar que combinava natureza e cultura era uma referência para visitar. O parque ficava aberto todos os dias e a entrada era livre. Cobravam 5 € para visitar o museu.
Perron
Era uma coluna de concreto, construída no centro de uma praça para servir como símbolo de liberdade e autonomia daquela região. O monumento que ficava na Praça do Mercado era o símbolo da cidade e estava posicionado no topo de uma fonte.
Praça de São Lambert
Antigamente fora lar de uma Catedral histórica também conhecida como Catedral de São Paulo, agora reunia prédios governamentais instalados dentro de um antigo palácio. A movimentada praça era cercada por lojas, Cafés e restaurantes onde moradores e turistas se reuniam para desfrutar da atmosfera animada.
Praça do Mercado
Era uma praça histórica no coração da cidade, reconstruída como uma praça de mercado após ter sido quase destruída em 1691. Era cercada por marcos importantes e conhecida por sua vida noturna vibrante, com opções de compras, refeições e bebidas em geral. Proporcionava uma atmosfera aconchegante com numerosos bares, Cafés e restaurantes. Apesar das obras de construção em andamento em junho de 2023, ainda havia lugares agradáveis para desfrutar sob a sombra das árvores.
Teatro à Denis
Proporcionava uma experiência encantadora tanto para crianças quanto para adultos, combinando a alegria do teatro de marionetes com o charme do folclore local. Os shows eram interativos, permitindo que as crianças interagissem com os fantoches e mergulhassem nas histórias. Com preços populares e uma atmosfera familiar, era um ótimo lugar para passar um tempo com as crianças. Os visitantes também são incentivados a explorar o museu, adicionando uma camada extra de enriquecimento cultural à sua visita.
Tesouro de Liége
Instalado no coração de Liège, o Trésor era um museu cativante que exibia a rica herança artística e cultural da cidade. Os visitantes poderiam explorar uma impressionante variedade de exposições, incluindo esculturas, têxteis, manuscritos e artefatos religiosos que contam histórias de vários períodos históricos. Embora alguns itens pudessem carecer de descrições detalhadas e os guias de áudio não cobrissem tudo de forma extensiva, a coleção em si era inegavelmente notável.
Gastronomia
Waffle de Liège
Diferente do waffle de Bruxelas, esta versão era mais densa, doce e caramelizada graças aos torrões de açúcar perolado aplicados na massa.
Café Lequet – Quai sur Meusse, 17 -
localizado perto do Rio Mosa, era um popular pub à moda antiga conhecido por servir as melhores almôndegas. O prato substancial consistia em duas almôndegas feitas de uma mistura de carne de porco e carne bovina, cobertas com um espesso molho escuro de coelho, feito com maçãs, peras, cebolas e vinagre. Apesar da sua comida deliciosa, o café ganhou a reputação de não ser muito acolhedor para os que não falavam francês.
La Brasserie – Praça da Catedral, 3 -
um local acolhedor para desfrutar de uma rápida, acessível e robusta xícara de café acompanhada de um mini Snickers. Ofereciam uma boa seleção de cervejas a preços razoáveis. Era conhecido por servir porções generosas, como a omelete durante o brunch. A equipe era amigável e tinha boa localização, o que tornava o lugar agradável para saborear almôndegas de Liège e cerveja Tripick. Oferecia excelente atendimento. Abria das 8.00 até a meia-noite nas sextas e sábados das 8.00 até as 01.30h.
L`Enoteca - Rue de la Casquete, 5 –
Estava situado logo atrás do prédio da Ópera, onde servia pratos típicos da cozinha local e italiana. Era um belo e sofisticado restaurante que, para surpresa, não era caro! O cardápio era amplo e de alta qualidade, bem como o atendimento em geral. Abria de terças a sextas-feiras das 12.00às 14.00h e das 19.00 às 21.30h. e aos sábados abria somente das 19.00 às 21.30h. Era um restaurante bem referenciado pelo Guia Michelin.
Le Zocco - Rue Saint-Jean-en-Isle 22 -24 –
Servia tapas preparadas na hora, muito boas e deliciosas além de pratos de frutos do mar e outros da cozinha portuguesa, assim como várias opções de vinhos lusos. Abria de terças a quintas das 18.00 às 22.00h. de sextas a sábados das 18.00 às 23.00h.
Moment - Rue Bonne Fortune, 17 -
Era lugar muito bonito escondido atrás da Catedral. Dispunha de uma bela varanda onde serviam pratos da cozinha belga. A carta de vinhos era boa mas relativamente cara. Abria de quartas a sábados das 12.00 às 15.00h e das 18.00 às 23.00h.
Pizzeria La Piazza - Rue Saint-léonard 15 –
Era um lugar aconchegante que servia com pizzas muito boas, o suficiente para compartilhar. O cardápio também oferecia opções de pratos típicos da cozinha italiana. Abria de terças a sábados das 12.00 às 14.00h e das 18.00 às 22.30h. Aos domingos funcionava das 17.30 às 22.30h.
Une Gaufrette Saperlipopette - Rue des Mineurs, 7 e 18 -
Era uma encantadora padaria que oferece waffles tradicionais feitos com ingredientes locais, conhecidos por sua textura mais densa e eram recheados com canela e açúcar caramelizado, tornando-os a comida reconfortante perfeita em um dia chuvoso. Oferecia outras delícias, como croissants, canelés de Bordeaux e spéculos. Uma das lojas abria a partir das 7.30h.
Onde dormir
Campanile Hotel & Restaurant Liège / Luik - Rue Jean Baptiste juppin 17/18
Ficava localizado na saída da Auto Estrada A602/E25 Liège-Luxemburgo, a poucos minutos de carro do Aeroporto e do centro da cidade. Oferece quartos para 1 ou 2 pessoas, incluindo quartos conjugados e para não fumantes. Todas as unidades tinham comodidades e confortos modernos, TV de HD e acesso ao Wi-Fi. A unidade fazia parte da Cadeia Hoteleira francesa Campanile, com foco na vida interiorana do país, com destaque para seu restaurante que servia excelentes pratos da culinária francesa e um maravilhoso café matinal. A Recepção funcionava 24 horas e o check-inn era feito em terminal automático. Oferecia amplo estacionamento. Era a melhor opção para quem estivesse dirigindo...
ibis Liège Centre Opéra - $$$ - Place De La Republique Francaise, 41 -
Estava localizado ao lado do Opera House, no Opera Shopping Center. Ficava a menos de 200m do Palácio Prince-Bishop e às margens do Rio Meuse. Dispunha de quartos espaçosos, TV de HD, bar 24 horas e Wi-Fi. Havia bares e restaurantes no entorno e estacionamento público localizado embaixo do hotel.
ibis Styles Liege Guillemins - $$$ - Rue Des Guillemins, 135 –
Os quartos tinham ar-condicionado, banheiros privativos com chuveiros, camas de tamanho large, cafeteira elétrica e acesso ao Wi-Fi. Dispunha de quartos para famílias e para PNEs, estacionamento, bar e cafeteria onde era servido o café da manhã.
Radisson Hotel Liege Centre - $$$$ - Place des Bons Enfants, 12 -
Os quartos tinham ar-condicionado, banheiros privativos e comodidades modernas, como Wi-Fi, TVs de HD, cafeteira elétrica e isolamento acústico. Quartos familiares e quartos interconectados atendiam a todos os tipos de viajantes. Oferecia um bar e restaurante onde era servido tipo buffet. Dispunha de estacionamento.
Ponte de Fragnée
Era uma bela ponte construída sobre o Rio Sambre, designada como Patrimônio Mundial da UNESCO. Era famosa por sua impressionante arquitetura e sua passarela única que se estendia sobre o rio.


